domingo 20 junho 2021
Política

Programa “Bolsa do Povo” tem o apoio do deputado Itamar Borges e do MDB na Assembleia

Itamar: Bolsa do Povo é uma conquista para as famílias 

Fabiana Alves /Samantha Andrade (de São Paulo)

Na quarta-feira, 7 de abril, o deputado Itamar Borges começou o dia em reunião em ambiente virtual com o vice-governador Rodrigo Garcia, o secretário da Casa Civil, Cauê Macris e líderes na Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo, na reunião foram discutidas importantes ações que mais tarde foram anunciadas na coletiva de imprensa, pelo Governador João Doria. Dentre as ações estão o projeto que unifica os programas “Bolsa do Povo” e novas datas para o cronograma de vacinação contra Covid-19, que contempla idosos de 65 a 67 anos em abril.

A estimativa do programa de assistência social é para quase R$ 1 bilhão ainda neste ano. O projeto prevê ainda que durante os exercícios de 2021 e 2022 poderão ser estabelecidos requisitos, condições, critérios de elegibilidade, valores de benefícios e condicionalidades especiais em decorrência dos efeitos da pandemia da covid-19. A proposta será enviado em regime de urgência para a Assembleia Legislativa.

“Este é um dos maiores programas da história do estado, será um pacote social unificando programas por meio de um cadastro único, ampliando os valores e a abrangência da concessão de benefícios. O investimento estimado de R$ 1 bi, ajudará a minimizar os efeitos das crises econômica e sanitária. Sei o quanto esse pacote de beneficios é importante para a população, este é o momento de unir forças e trabalhar para buscar soluções”, disse o deputado Itamar Borges que tem trabalhado e apoiado iniciativas junto ao Governo para o enfretamento do novo coronavírus no estado.

A unificação dos programas sociais, uma vez aprovada, ficará abrigada na Secretaria de Governo, comandada pelo vice-governador do Estado, Rodrigo Garcia (DEM). Ele será o responsável pela execução e coordenação direta das ações, espalhadas por diferentes áreas da administração estadual.

Está prevista a contratação, em uma das frentes, de 20 mil pais e mães de alunos das escolas públicas para trabalhar, com remuneração de R$ 500,00 por mês, em jornadas de até quatro horas diárias, no sistema de ensino estadual.

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