sexta 22 outubro 2021
Contexto

O MUNICÍPIO de Jales teve 282 admissões de empregos formais e 222 demissões em setembro de 2020.

O MUNICÍPIO

de Jales teve 282 admissões de empregos formais e 222 demissões em setembro de 2020. Porém, o saldo foi positivo com 60 empregos mantidos. Estes números estão de acordo com os dados divulgados pelo CAGED (Cadastro Geral dos Empregados e Desempregados) do Governo Federal.

CAGED foi criado como registro permanente de admissões e desligamentos de empregados, sob o regime da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT). O Cadastro auxilia, ainda, como base para a elaboração de estudos, pesquisas, projetos e programas ligados ao mercado de trabalho.

DE 

acordo com o Programa, por sexo, foram contratados 171 homens e 138 demitidos em Jales. Já as mulheres conseguiram 111 admissões e 84 foram desligadas de suas funções. Por grupamento de atividade econômica, o comércio teve saldo positivo de 45 empregos; na indústria 10 empregos foram mantidos; na construção e outros serviços tiveram um saldo positivo de cinco empregos.

PORÉM, 

segundo os dados contabilizados de janeiro a setembro/2020, a cidade teve 2.146 contratações e 2.172 desligamentos, totalizando um saldo negativo de -26 empregos. No Estado de São Paulo, foram 3.547.358 admissões e 3.757.198 desligamentos, somando saldo negativo de -209.840 empregos. Já em nível de Brasil, foram empregadas 10.617.333 pessoas e 11.175.930 foram demitidas, computando saldo negativo de -558.597 empregos.

OS 

números negativos de empregabilidade apresentados tem ligação com o fato da crise que a pandemia do novo coronavírus trouxe não só para o Brasil, mas também para todos os países. A forte redução da atividade econômica pôde ser observada no final de março e durante abril, porém, a economia voltou a ganhar fôlego no fim de maio.

SEGUNDO 

o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), a queda do PIB projetada para este ano é de 6%, mas a trajetória de recuperação neste segundo semestre deixará uma herança estatística de quase 2% para 2021, cujo crescimento projetado do PIB é de 3,6%. (Bruno Gabaldi)


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