sexta 22 outubro 2021
Contexto

EM texto publicado na última semana na página oficial da UNIVIDA ...

EM

texto publicado na última semana na página oficial da Associação Humanitária Universitários em Defesa da Vida (UNIVIDA) no Facebook, o fundador e presidente da Associação Humanitária, o atual vigário da Paróquia Santo Expedito de Fernandópolis, padre Eduardo Lima, explicou que as missões não foram realizadas este ano para preservar a saúde dos indígenas, dos voluntários e de todos envolvidos direta ou indiretamente no projeto.

MOTIVADA

a partir da Campanha da Fraternidade de 2012, cujo tema era Fraternidade e Saúde Pública, sendo a oportunidade necessária para recrutar e incentivar o trabalho voluntário entre os universitários em Santa Fé do Sul, a missão UNIVIDA começou a tomar forma.

DESDE ENTÃO, 

a consequência de acontecimentos que se desdobraram em movimentos significativos em favor dos excluídos e marginalizados da sociedade ganharam força na região e no Brasil, iniciando assim definitivamente a Associação Humanitária.

ALÉM 

disso, a missão vem colhendo frutos no decorrer de suas ações como produção de trabalhos científicos, diversas publicações de artigos científicos e Trabalhos de Conclusão de Curso (TCC) dos alunos universitários participantes. Porém, a pandemia da Covid-19 distanciou os universitários dos indígenas atendidos em Dourados/MS e Andirá-Marau/AM neste ano.

padre explicou que aguarda com fé e esperança pelo ano de 2021. Segundo ele, os preparativos para a 10ª Missão UNIVIDA em Dourados/MS no ano que vem serão iniciados em breve, logo que as condições sanitárias permitirem. As instituições de ensino superior parceiras serão contatadas e também serão cadastradas adesões de universitários que anteriormente solicitaram para participar. (Bruno Gabaldi)


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