Especial

DIA DOS NAMORADOS

Na última quarta-feira, dia 7, Flaviane Rodrigues, 33 anos, e Wladimir Prandi Franco, 50,  foram vistos percorrendo  as gôndolas da feira da cidade (recinto do Comboio). Ao se encontrarem com uma pessoa de suas relações, que tinha sido padrinho de casamento do casal, ele não resistiu: “veja como são as coisas. Eu, que só vinha aqui para tomar cerveja e comer churrasquinho, hoje estou com a esposa para comprar hortifruti”. Ao lado, Flaviane gostou da sacada do marido e abriu um largo sorriso.
Na verdade, os amigos mais próximos e familiares são unânimes: os dois estão muito felizes, prova de que os 13 anos e meio de namoro fizeram muito bem aos dois.
“Valeu a pena esperar, pois com o tempo a gente aprendeu a se respeitar, se conhecer e se completar, tudo com muito companheirismo e paciência”, afirmou ele. Ela foi no mesmo tom: “valeu muito a pena esperar tanto tempo. Além de nos conhecermos bem , com um simples olhar já conseguimos saber se está tudo bem ou não. E, com certeza, com todo esse tempo, amadurecemos e sabemos que a vida em comum não é só flores”, completou ela. 
Os dois também foram incisivos e garantiram que a diferença de idade nunca foi obstáculo ao relacionamento.  Eles se casaram no último dia 6 de maio, ele com 50 anos e ela com 33.

O começo
O casal conta como tudo começou. ”Eu a via sempre caminhando com umas amigas minhas. Depois de algum tempo, num final de tarde, na loja de conveniência do Posto Brasil, eu a encontrei, me aproximei, falei um oi e, a partir daí, começou a paquera”, disse Wladimir.  E continuou: “nas eleições de 2004, meu irmão Flá era candidato a prefeito e o Junior, irmão dela, candidato a vereador do outro lado. Toda vez que  a gente se encontrava, eu falava: vota no meu irmão que eu voto no seu. Aí, em novembro, começamos a namorar”.
Flaviane confirma a história do meio de campo feito pelas amigas: “por elas fiquei sabendo que ele estava de olho em mim (risos). Mas, um certo dia nos encontramos na conveniência do Posto Brasil e aí começou a paquera”.
Indagados se foi amor à primeira vista, ela foi direta ao ponto: “não, ele teve que me conquistar (risos)””. Ele confirmou: “diria que foi amor à primeira, segunda, terceira, etc., mas tive que conquistá-la”. (D.R.J)

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