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DE MULHER PARA MULHER

Mulheres na política: texto da deputada Analice mereceu aprovação da vereadora Fernanda

DE MULHER PARA MULHER – De Formosa-Goiás, onde trabalha como delegada de polícia e se tornou a vereadora mais votada, Fernanda Lima (Solidariedade) mandou palminhas pelas redes sociais ao ler na página do Facebook do Jornal de Jales, dia 22, artigo da deputada estadual Analice Fernandes, nova líder do PSDB na Assembleia Legislativa. Fernanda, que anda encarando políticos tradicionais em Formosa, gostou muito do texto, especialmente no trecho em que Analice escreveu: “Como política e mulher tenho que estar vigilante e atuar para que minhas ideias, propostas e opiniões não sejam desvalorizadas ou desmerecidas, tão somente porque sou mulher. Pode parecer exagero, mas não é. Acreditem.”

DIÁLOGO – Ao folhear o material preparado pelo Fórum da Cidadania, que seria entregue às autoridades competentes para evitar a desativação da Delegacia da Polícia Federal em Jales, o prefeito Luís Henrique Moreira (PSDB) ficou muito bem impressionado, passou recibo ao portador, advogado Carlos Alberto Brito Neto, e entregou o conteúdo do documento ao ministro chefe da Casa Civil, Ciro Nogueira, terça-feira, dia 24 de agosto, em Brasília, levado pelo deputado federal Fausto Pinato.

FORA DA AGENDA – Na verdade, LH foi aconselhado por pessoas de suas relações a estreitar os laços com o Fórum da Cidadania não somente no caso da PF, mas em outras frentes, até como forma de se aproximar das chamadas forças vivas e atuantes da comunidade. O prefeito recebeu o advogado em pleno sábado, 21, durante uma hora e meia.

RAÍZES – A propósito, Eduardo Henrique de Moraes Nogueira, que chegou ainda rapazinho a Jales, vestiu toga durante aproximadamente 30 anos e, depois da aposentadoria continuou morando na cidade, permanece antenado. Quando começaram a circular os boatos sobre eventual desmonte da Polícia Federal, o magistrado, mesmo aposentado, mobilizou os colegas da ativa, o que motivou documento assinado por todos os juízes da 55ª Circunscrição —comarcas de Jales, Santa Fé do Sul, Palmeira d’Oeste, Urânia e Auriflama. O contato do dr. Eduardo com os colegas foi a juíza Maria Paula Branquinho Pini.

ANABOLIZANTE – Atuando como um verdadeiro showman, o deputado estadual licenciado Itamar Borges, atual secretário estadual de Agricultura e Abastecimento, levantou a plateia durante encontro realizado na sede do Escritório de Desenvolvimento Rural de Jales, dia 20. Inicialmente, ele deu a ficha de todos os assessores do primeiro escalão que o acompanhavam. Depois, para quebrar o gelo, pediu que cada um dos presentes se apresentasse. Resultado: a reunião, que tinha tudo para ser um velório em face de fatos recentes na pasta, transformou-se quase em uma festa.

TERMÔMETRO – A medida da temperatura pode ser feita pelos discursos entusiasmados de três ex-diretores do EDR – Neli Meneghini Nogueira, Brás Valdir Tomaz e Luís Antonio Pedrão. Os três, cada qual com suas próprias palavras, disseram que Itamar ressuscitou a Secretaria de Agricultura, especialmente a CATI e a Defesa Agropecuária.

FACA NOS DENTES – Não será surpresa para esta coluna que, caso não haja fatos novos, contribuintes de todos os segmentos ingressem na justiça com ações contra a Prefeitura pela instituição da Taxa em Razão dos Serviços Públicos de Coleta, Remoção e Tratamento ou Destinação do Lixo ou Resíduos Provenientes de Imóveis e Contribuições de Serviços Públicos de Saneamento Básico. Propositura neste sentido foi aprovada em duas votações pela Câmara Municipal de Jales, a última das quais gerou intenso falatório.

NOVES FORA – A propósito, em texto publicado no final da semana passada (J.J. – 22/08/21) intitulado “Mais tributos para a população”, os advogados Gustavo Alves Albino e Otto Artur de Moraes, perguntaram em certo trecho: “Ora, qual foi a justificativa da realização da última sessão de votação da Câmara sem transmissão pela internet, realizada somente por meio de coleta de assinaturas dos vereadores, que durou (conforme noticiado pela imprensa) em cinco minutos, com claro flagrante desrespeito ao princípio da Administração Pública, ou seja, ao lado da publicidade dos atos públicos?”

PISTAS – Os dois advogados deram a deixa: “Será que esta Lei Complementar não pode ser questionada por qualquer munícipe, pessoa física ou jurídica?”

CONTA CORRENTE – Ao final, Balbino e Moraes, em tom incisivo, escreveram: “nossos representantes políticos ficaram devendo informações ao eleitorado, que serão os mais prejudicados, ao arcarem com os valores postos dos três novos tributos. A lei é dura, mas é a lei, mas nada justifica ausência de discussão e emendas ao projeto e sua votação às pessas, de portas fechadas, aos moldes de sociedades secretas”.


Neli, Brás e Pedrão, ex-diretores da Cati-regional de Jales, avalizam atuação de Itamar Borges

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