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VEREADOR REGIONAL- O médico dermatologista Ricardo Gouveia poderá inaugurar uma nova categoria de candidato a vereador nas próximas eleições. A se julgar pelo que disse um casal de Santa Fé do Sul, ambos educadores aposentados e pacientes de sua clínica, que fica na calçada oposta à da redação deste

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15 de dezembro de 2019
Ricardo Gouveia, pré-candidato a vereador: apoio até de clientes de fora
VEREADOR REGIONAL- O médico dermatologista Ricardo Gouveia poderá inaugurar uma nova categoria de candidato a vereador nas próximas eleições. A se julgar pelo que disse um casal de Santa Fé do Sul, ambos educadores aposentados e pacientes de sua clínica, que fica na calçada oposta à da redação deste jornal, ele poderá contar com o apoio irrestrito da dupla, que tem muitos amigos em Jales. A esposa foi ainda mais enfática: “virei aqui durante a campanha pedir votos para o dr. Ricardo”.

ORDEM UNIDA – Prestes a transmitir a provedoria da Santa Casa ao empresário Carlos Toshiro Sakashita, em 1º de janeiro, Junior Ferreira, ao que parece, vai retomar sua atividade partidária. Filiado ao MDB, ele se licenciou do partido quando percebeu que, por força de sua vinculação, o hospital poderia ser prejudicado. Houve até um caso concreto de hostilidade explícita. Agora, livre das amarras, Junior disse que está pronto para o que der e vier, dentro ou fora da política. Para quem duvida, basta ler a resposta que deu à última pergunta da entrevista concedida a este jornal. A matéria está na página 6 deste caderno. 

NUVEM – Um episódio da política de Jales deste início de dezembro reforçou a célebre máxima do saudoso José Maria Alckmin, político mineiro de prestígio nacional nos anos 50, 60 e 70, que, graças a tiradas de nítido sabor popular, o tornou lendário. Dizia o velho Alckmin —e não o deputado Ulysses Guimarães, como muitos creem — que “política é igual nuvem. A gente olha, está de um jeito. Olha meia hora depois e está de outro”. 

NUVEM (2) - A sabedoria alckmista cabe à perfeição no episódio relatado por esta coluna na edição de domingo passado, 8 de dezembro,  que culminou com a ascensão de Marynilda Cavenaghi Nacca, 2ª vice-presidente do Diretório Municipal do MDB, à presidência do partido, em face da renúncia do 1º vice, ex-vereador Jediel Zacarias, e do afastamento, desde 2017, do presidente titular, José Devanir Rodrigues, legalmente impedido de exercer funções partidárias por ser vice-prefeito.  

NUVEM (3)- Na verdade, não seria surpresa para esta coluna se Marynilda, ao invés de assumir a presidência do MDB, tivesse sido designada para a presidência de outro partido. Fonte da coluna garante que havia até uma conversa pré-agendada entre a jalesense e dirigentes do “Podemos”, no início da semana que passou, em São Paulo, articulada pelo presidente anterior, Luís Henrique Moreira, hoje pré-candidato a prefeito pelo PSDB.  Marynilda foi convencida pelo experiente companheiro de partido, João Missoni Filho, aos 45 minutos do segundo tempo, a ficar no MDB, com o argumento de que, permanecendo onde está, teria muito mais chances de fazer decolar seu projeto político-eleitoral. 

PORTA DA FRENTE- Ouvida pela coluna, Marynilda garantiu que, se tivesse deixado o MDB, o faria pela porta da frente, já que tem enorme respeito por todos os companheiros e principalmente pela maior liderança do partido na cidade, o vice-prefeito Garça. Depois da decisão tomada, ela revelou que vai se dedicar agora a filiar mais gente.

PONTO FUTURO – Quanto a Jediel Zacarias, que participou da assembleia geral de eleição da nova Mesa Administrativa da Santa Casa, terça-feira, dia 8, ele, indagado por este comentarista, informou que ainda não definiu para onde vai. Mas, com certeza, garantiu, seu nome estará na urna eletrônica como candidato a vereador no ano que vem.  Ele tem cinco mandatos no currículo. 

 BOLA NAS COSTAS – Assim como aposentados e pensionistas têm que provar anualmente que estão vivos, a Prefeitura de Santa Fé do Sul teve que entrar com ação na Vara da Justiça Federal de Jales para provar que a marca “Aquishow” é sua.  Ação de Nulidade de Registro de Marca foi protocolada pelo advogado jalesense Barcelos Antonio Silveira, procurador jurídico concursado da Prefeitura de Santa Fé, na última quarta-feira, dia 11 de dezembro.

BOLA NAS COSTAS (2) - Em seu arrazoado a Prefeitura justifica que o nome “Aquishow Brasil” foi registrado em cartório em 2009, sendo, portanto, titular da marca. Alega ainda que a “Aquishow” pertence ao acervo imaterial do município. A necessidade de bater às portas da Justiça Federal de Jales tem a ver com o fato de que uma pessoa física, Marilsa Fernandes, registrou a marca em seu nome, em 2019, no Instituto Nacional de Propriedade Industrial. Os santa-fé-sulenses só se deram conta do que estava acontecendo quando viram o anúncio de que São José do Rio Preto vai sediar um evento com este nome, de 26 a 28 de maio do ano que vem.    

FAKE- Não fosse a vigilância do Jornal de Jales, a marca Facip, que é sigla de Feira Agrícola, Comercial, Industrial e Pecuária, também teria migrado para os promotores da festa country, em abril. Na verdade, isto chegou a acontecer uma vez, em 2018. Encerrado o evento, o J.J. publicou editorial intitulado “Facip Rodeio Show ou Fake Facip?”. Os empresários   se deram conta de que o jornal tinha razão e, prudentemente, mudaram o título da festa para “Jales Rodeio Show”.