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Vereador quer ampliar quadra do Ginásio de Esportes para receber jogos da Liga Paulista de Futsal

por Luiz Ramires
15 de maio de 2017
Zanetoni afirma que não custa muito fazer a reforma para que Jales deixe de ter que jogar em cidades vizinhas
O vereador João Valeriano Zanetoni (PSB) quer que a Prefeitura reforme a quadra do Ginásio Municipal de Esportes Waldemar Lopes Ferraz, que precisa ser ampliada para receber jogos oficiais da Liga Paulista de Futebol de Salão. Ele afirma que existe um grupo de jalesenses comprometido com o esporte e principalmente com o futsal que formou uma equipe credenciada junto à LPF que este ano está disputando o campeonato estadual.
O que não pode acontecer, segundo o vereador, é a equipe jalesense continuar disputando os jogos em cidades vizinhas, como aconteceu recentemente em Santa Fé do Sul, por não ter uma quadra adequada que atenda às exigências de dimensões mínimas determinadas pela liga.

COMPETIÇÕES
Em requerimento encaminhado ao prefeito Flávio Prandi Franco, o Flá (DEM), o vereador informa que os diretores da equipe jalesense têm a pretensão de continuar participando do campeonato paulista nos próximos anos e por isso a quadra tem que ter as condições exigidas para a competição.
No requerimento o vereador pergunta ainda se há possibilidade da Prefeitura fazer a reforma para receber os jogos oficiais a partir de 2018 e como essa adequação poderá ser feita.
A alternativa para participar dessas competições, segundo o vereador, seria alugar um piso com tamanho adequado, mas custaria cerca de R$ 55 mil para ser utilizado apenas por alguns meses, enquanto que a reforma, na sua avaliação, não passaria de R$ 25 mil.

100 MIL
O vereador Nivaldo Batista de Oliveira, o Tiquinho (PSD) chegou levantar a possibilidade de remanejar uma verba de R$ 100 mil de emenda parlamentar do deputado federal Alexandre Leite (DEM), para fazer a reforma. Esse dinheiro, segundo Tiquinho, era para ser utilizado na construção de uma área de lazer quando foi feito o campo ao lado da Facip, mas a empresa responsável pela obra faliu e a verba acabou não sendo utilizada. O problema, segundo Tiquinho, é que a verba só poderá ser liberada se a empresa não estiver devendo para o Governo, o que está sendo averiguado pela Prefeitura.