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Univida encerra mais uma missão em aldeia indígena

Por Assessoria de Comunicação
15 de julho de 2019
A assistência odontológica é um dos serviços prestados pelos integrantes da missão
Terminou na última sexta-feira, dia 12 de julho, a 9ª Missão Univida, que desta vez passou mais uma semana em uma aldeia em Dourados (MS) sob a coordenação do padre Eduardo Alves de Lima, assessor diocesano da Pastoral Universitária. 
Foram 326 voluntários que partiram de Urânia em seis ônibus, incluindo universitários e profissionais de diversas universidades do Estado de São Paulo e outros estados.
O coordenador da missão destacou, antes de partir, que na área onde está situada a aldeia Jaguapiru, existe a maior concentração indígena do país. “Não existe em outro lugar do mundo tantos indígenas vivendo em um lugar tão pequeno, são 3.500 hectares para 18.000 indígenas, então quer dizer, é pouca terra para muito índio”, explicou.
O grupo permaneceu na aldeia durante uma semana, prestando assistência e conhecendo a cultura local. O padre também destaca que nessas missões os universitários passam a ter uma experiência bem atípica que eles não estão acostumados dentro dos muros da Universidade, tocando o outro com cuidado fazendo o processo de humanização acontecer.
A missão contou também com uma carreta bi-trem e um caminhão que saíram antes, levando roupas, alimentos e brinquedos.
Todos os anos a missão atende centenas de indígenas de forma humanitária, com o auxílio de universitários e profissionais de medicina, odontologia, pedagogos, psicólogos, nutricionistas e diversos outros cursos das universidades participantes.
“A nossa missão enquanto UNIVIDA e Pastoral Universitária é de fato fazer com que o outro tenha voz, é como se nós entre os indígenas fossemos uma voz que grita, uma voz sufocada que grita por socorro, mostrando a realidade dos nossos irmãos. Que nossa missão de fato possa ter bom êxito, como tivemos nas outras missões, a missão da Amazônia, as missões urbanas e as missões em Dourados, que de fato nós possamos atingir o nosso objetivo e voltarmos de Dourados mais humanizados, mais conscientes e com mais vontade do Cuidado ao outro, afirma mo padre Eduardo.”