domingo 20 setembro 2020
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TROPA DE CHOQUE – O empresário Luís Henrique Moreira, pré-candidato a prefeito pelo PSDB, terá o apoio de mais seis partidos em convenções marcadas para o dia 14 de setembro.

TROPA DE CHOQUE – O empresário Luís Henrique Moreira, pré-candidato a prefeito pelo PSDB, terá o apoio de mais seis partidos em convenções marcadas para o dia 14 de setembro. Ele revelou à coluna que, além dos tucanos, estarão com ele siglas como Podemos, Progressistas, PSD, PSL, PDT e Republicanos. Até o momento em que redigíamos esta coluna, ainda não estava definido o nome do companheiro de chapa.

M DE MULHER – Vale o registro. Durante a semana, rolou o boato de que a professora mestre Rosângela Bigulin, diretora de graduação da Unijales, poderia ser a grande surpresa da eleição como candidata a vice. Filiada ao MDB há muitos anos pelo amigo Garça, atual vice-prefeito, ela chegou a disputar a vereança, ficou na primeira suplência e até exerceu algum tempo de mandato. Rosângela é sogra do ex-deputado federal Júlio Semeghini, atual secretário-executivo do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação. 

QUEM AVISA AMIGO É- Um conhecido radialista da cidade garantiu à coluna ter sido testemunha ocular e auricular de uma conversa entre então vereador Jorge Pêgolo (PSDB), o prefeito Humberto Parini e o engenheiro Antonio Marcos Miranda, então secretário de Obras. Pêgolo foi ao gabinete para questionar a construção de uma ponte sobre o córrego que passa no fundo do Frigorífico Jales e também o local escolhido para a pretendida construção de conjunto habitacional, hoje tema de grande polêmica. Segundo a testemunha, o secretário de Obras teria perguntado ao vereador: “por acaso o senhor é engenheiro?”. Ouvido pela coluna, Pêgolo, que é delegado aposentado da Polícia Civil, afirmou que o relato passado pelo radialista é verídico.  

PARECE...- O isolamento social provocado pela pandemia de coronavírus vem sendo apontado por estudiosos do comportamento de casais como causa de desavenças em família, com direito a barracos de toda sorte e até separações litigiosas após anos de convivência sob o mesmo teto. Quem acompanha o noticiário policial nas emissoras de rádio principalmente às segundas-feiras fica com a mesma impressão eis que, embora os repórteres não citem nomes ou iniciais, são inúmeros os casos de maridos e mulheres se estranhando nos finais de semana.   

...MAS NÃO É- Para tirar dúvidas, esta coluna procurou o delegado seccional de polícia, Charles Whiston de Oliveira, abordando-o sobre o assunto. O chefe da Polícia Civil da região acionou sua assessoria para computar os registros de março, quando começou a pandemia, até julho, já que os números de agosto ainda não foram fechados, comparando-os com o mesmo período do ano passado. Pois bem, o levantamento mostra exatamente o contrário.  

PAZ E AMOR – De acordo com os registros oficiais, o número de ocorrências de agressões domésticas diminuiu 17% em toda a área da Delegacia Seccional de Jales, que abrange 22 municípios. Em relação a medidas protetivas, que são aquelas solicitadas pelas vítimas diante de ameaças iminentes de cônjuges, namorados ou conviventes, também houve diminuição —6% em Jales e 6,5% na área da Seccional. Mas, a maior redução ocorreu no item prisões em flagrante. Em relação ao mesmo período do ano passado, a diminuição foi de 37,5% em Jales, sede da Seccional, e 46,75% nas delegacias da região.  

NÓIAS – Embora seja um policial experiente, o delegado seccional não identificou um motivo específico para explicar a queda no número de desinteligências domésticas. Mas, arriscou duas hipóteses: 1ª) proibição de ingestão de bebidas alcoólicas nos balcões de bares e botequins, em vigor em Jales e região desde o início das medidas restritivas; 2ª) ação enérgica da polícia no combate ao tráfico de drogas, impedindo, desta forma, que as substâncias tóxicas cheguem aos usuários.          

COMPANHEIRO – O advogado Carlos Alberto Expedito de Brito Neto sempre gostou de política. Certamente puxou ao pai, Nilo Neto, de saudosa memória, que foi vereador e, depois, vice-prefeito. Embora nunca tenha disputado uma eleição municipal, ele participou ativamente das eleições no âmbito interno da OAB, tendo sido presidente da Subseção de Jales e conselheiro seccional da OABSP. Por este motivo, ele não nega que, embora distante 588 quilômetros da capital paulista, vai torcer muito para um candidato a prefeito —Marcos da Costa, lançado pelo PTB, ex-presidente da OAB paulista e seu amigo de fé/ irmão camarada. Em Fernandópolis, Carlos Alberto também tem candidato para quem torcer —o colega de profissão Henri Dias, da mesma corrente política interna da OAB.  


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