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TODO ano, os comentários na cidade giram em torno do carnaval que já tivemos, quando era a maior festa da região, com disputas entre clubes, desfiles e blocos animados que ao longo dos anos foram perdendo espaço, por falta de interesse da população, enquanto cidades vizinhas passaram a usar os recur

Contexto
03 de março de 2019
TODO
ano, os comentários na cidade giram em torno do carnaval que já tivemos, quando era a maior festa da região, com disputas entre clubes, desfiles e blocos animados que ao longo dos anos foram perdendo espaço, por falta de interesse da população, enquanto cidades vizinhas passaram a usar os recursos da rua, com trios elétricos e outras atrações. 

JALES
ficou sem os seus quatro ou cinco dias de folia, deixando para trás uma história de muita animação e de receitas proporcionadas pelo consumo de produtos carnavalescos e roupas em muitas lojas e locais de vendas que viam nesse período um dos melhores para o faturamento programado para o ano. 

OUTRA
fonte de renda, talvez bem maior, era oferecida pelos visitantes, em grande número, tanto da região como de São Paulo e outras cidades mais distantes, que aproveitavam esse período para visitar parentes e amigos ou simplesmente para fugir do agito, lotando hotéis, bares, restaurantes e consumindo no nosso comércio.

COMO
faz parte do comportamento humano lamentar o que não deu certo ou deixou de acontecer, temos a mania de achar que Jales ficou mais uma vez atrás das outras cidades da região que conseguem ver seu carnaval crescer, dando lucro para os seus organizadores e alegrando os mais animados.

FAZ
parte também do comportamento humano buscar alternativas, normalmente na contramão do que acontece à nossa volta, e esta parece ser uma oportunidade bem maior do que simplesmente querer trazer o carnaval para um lugar onde ele deixou de existir há muito tempo.

DEPENDE
apenas da boa vontade e de um bom projeto para mandar a mensagem para quem não gosta de carnaval (e não são poucos), mostrando que estamos preparados para receber quem quer sossego, desfrutando de boa comida, bons passeios e momentos agradáveis junto à natureza e ao ambiente rural.

ESSA
é mais uma daquelas grandes oportunidades que precisam ser aproveitadas antes que outros da região chequem na frente, só que é preciso criar uma estrutura não só de divulgação, mas de acolhimento, com roteiros gastronômicos, de visitas, pesca esportiva e outros atrativos que temos de sobra.
 
É CLARO 
que também depende de investimentos que podem ser da iniciativa privada, com apoio público na parte de organização e estruturação. É só montar um bom projeto para alavancar tudo isso. (Luiz Ramires)