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TIRO NO PÉ- O deputado estadual Itamar Borges (MDB), que anunciou a transferência de seu domicílio eleitoral de Santa Fé do Sul para São José do Rio Preto, garante que está preparado para a eventualidade de ser chamado de “forasteiro” por políticos daquela cidade.

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02 de fevereiro de 2020
Deputado Itamar Borges, na redação do J.J.; “não temo ser chamado de forasteiro”/ FOTO: JOSIANE BOMFIM
TIRO NO PÉ- O deputado estadual Itamar Borges (MDB), que anunciou a transferência de seu domicílio eleitoral de Santa Fé do Sul para São José do Rio Preto, garante que está preparado para a eventualidade de ser chamado de “forasteiro” por políticos daquela cidade.  Segundo ele,  caso isso realmente aconteça, a resposta já está na ponta da língua.Pelas suas contas, mais da metade dos habitantes de Rio Preto não nasceu lá. Ou seja, o ataque deste ou daquele incomodado com sua mudança poderá ser um tiro no pé.   

BOAS VINDAS – De qualquer maneira, mesmo sem muito oba-oba para não causar ciumeira, o prefeito Edinho Araujo (MDB), o vice-prefeito Eleuses Paiva (PSD) e o vereador Jean Charles (MDB) fizeram questão de  dar as boas vindas ao parlamentar. Ao mesmo tempo, ele vai turbinar o escritório político que mantém na capital da região  até porque, como já foi amplamente comentado, Rio Preto está sem representantes na Assembleia Legislativa. Os deputados estaduais Vaz de Lima (PSDB), Orlando Bolçone (PSB) e João Paulo Rillo (PSOL) não foram reeleitos em 2018. 

CORRERIA - Depois de visitar o frigorífico BBM Brasil, de Jé Lisboa,  dar entrevista na Antena 102 FM, passar pela Prefeitura , participar de reunião com correligionários no Cartório do Garça, reunir-se com a cúpula da Santa Casa, Itamar fez um pit stop de 20 minutos na redação do J.J, segunda-feira, 27. Depois, partiu para Dirce Reis, Marinópolis, retornou a Santa Fé do Sul para o velório do  do advogado José Jorge, ex-presidente da OAB local, falecido naquele dia,  e encerrou o périplo  em Aparecida d’Oeste.

BANDEIRA BRANCA - O deputado, que é vice-presidente estadual do MDB, disse que gostou do clima reinante na reunião com os companheiros de partido conduzida pela presidente Marynilda Cavenaghi Nacca. Pelo que viu e ouviu, o MDB jalesense, que andou pintado para uma guerra interna, parece em paz. Participaram da reunião de trabalho o vice-prefeito Garça, o vereador Chico do Cartório, além de João Missoni Filho e Paulo Sérgio da Silva, membros da Comissão Executiva Municipal, e do comunicador Wilson Flumenal.

ORDEM UNIDA – A propósito, fonte da coluna informa que os secretários municipais estiveram reunidos na manhã de terça-feira, dia 28 de janeiro. Curiosamente, segundo o informante, o prefeito Flávio Prandi Franco não estava presente. Consta que a reunião foi conduzida pelo secretário de Comunicação, Douglas Zilio, que deu uma aula sobre estratégias de como lidar com a opinião pública, valorizando os feitos da administração municipal em entrevistas e reuniões. A coluna também apurou que o advogado e jornalista Chico Melfi,  secretário municipal de Administração,também  teria feito algumas intervenções enfatizando o que  foi dito por Douglas. 

MATEMÁTICA –Como um assunto puxa outro, confirmando o que antecipou  Fernando Fernandes, prefeito de Taboão da Serra e coordenador regional do PSDB, durante reunião realizada em Jales, em outubro, para o pré-lançamento da candidatura a prefeito do empresário e suplente de deputado estadual Luis Henrique Moreira,  a coluna Painel, da Folha de S. Paulo, divulgou na semana passada que o partido estabeleceu como meta eleger 250 prefeitos no Estado de São Paulo. Um aumento de 14,6% sobre os 218 que tem hoje. Para isso pretende lançar candidatos em 450 municípios, entre os quais, Jales.  

PRÉVIA – Ainda de acordo com a Folha, o presidente estadual Marco Vinholi garante que os tucanos estão bem posicionados nas grandes e médias cidades paulistas. Segundo ele, um desempenho expressivo em São Paulo é fundamental para alavancar a candidatura presidencial do governador João Dória.  

CONTRAVENENO – A imprensa de Fernandópolis vem dando amplo destaque à contratação da delegada aposentada da Polícia Federal, Alessandra Cássia Cardoso, pela Universidade Brasil, para a função de diretora de compliance. Ela foi gestora titular do Sistema Nacional de Armas e Munições e corregedora na superintendência de São Paulo. O termo compliance tem origem no verbo em inglês to comply, que significa agir de acordo com uma regra, ou seja, estar em conformidade com leis e regulamentos externos e internos. 

ALVO – Como até as crianças da pré-escola sabem, a Universidade Brasil foi alvo da Operação Vagatomia desfechada pela Polícia Federal de Jales no ano passado para apurar acusação de venda de vagas para o curso de medicina   e até para o financiamento estudantil, o Fies. O reitor José Fernando Pinto da Costa e seu filho Sthefano Bruno Pinto da Costa, gestores da UniBrasil, passaram uma temporada na cadeia por conta da ação da PF.