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SEMPRE Quando se procura alguma forma de melhorar os serviços prestados, o atendimento à população, o aumento de empregos, oportunidades de crescimento, de fazer negócios, enfim, de contribuir para oferecer mais recursos para a comunidade local, vem logo a ideia de união regional para ganhar força,

Contexto
10 de março de 2019
SEMPRE
Quando se procura alguma forma de melhorar os serviços prestados, o atendimento à população, o aumento de empregos, oportunidades de crescimento, de fazer negócios, enfim, de contribuir para oferecer mais recursos para a comunidade local, vem logo a ideia de união regional para ganhar força, principalmente quando se depende de apoio externo, como dinheiro do governo, por exemplo, ou de grandes investidores.

ACONTECE
que esse pensamento estratégico macro acaba muitas vezes esbarrando na concorrência entre as próprias cidades que querem para si essas melhorias, mas muitas vezes terminam atrapalhando atividades que podem ser compartilhadas sem disputas, em favor de todos.

É CLARO
que cada comunidade tem suas necessidades próprias de serviços básicos, como educação, saúde, geração de empregos, saneamento, infraestrutura, etc..., e aí a luta acaba sendo individual, dependendo da competência de cada administrador e dos interesses manifestados pelos seus moradores.

MESMO ASSIM,
em casos específicos há muito o que se aprender com a troca de experiências entre os serviços prestados em cada comunidade, principalmente em regiões onde as situações são semelhantes e as necessidades mais ou menos iguais.

UM BOM 
exemplo parece estar acontecendo na área de atendimento psiquiátrico público, com encontros entre profissionais do Centro de Atenção Psicossocial de Jales e de Votuporanga, considerados referência pelo nível de trabalho realizado que continuam sendo melhorados graças à dedicação dos seus colaboradores.

EM
Jales são 13 profissionais que atendem mais de 60 pessoas todas as semanas, sendo que no ano passado foram atendidas 8.310, entre o atendimento propriamente dito e as atividades desenvolvidas pelo centro.

ESSE 
atendimento pode ser intensivo (todos os dias o dia todo), semi-intensivo (todos os dias meio período ou três vezes por semana  e não intensivo (uma ou duas vezes por semana, o que dá bem uma ideia do que é realizado para esses pacientes que dependem não só de tratamento, mas de acompanhamento e principalmente de apoio, claro, extensivo aos familiares.
 
É NESSE 
sentido que intercâmbios como esse acabam favorecendo pela troca de experiências, com benefícios para todos, inclusive para os profissionais da área. (Luiz Ramires)