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REPAGINAÇÃO - Na última reunião do ano realizada no dia 10 de dezembro, o Órgão Especial do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo, formado por 25 desembargadores, modificou o formato das varas da comarca de Jales que, de Cumulativas, ou seja, absorvendo processos de toda natureza, passam a ser

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22 de dezembro de 2019
No apagar das luzes de seu mandato como presidente do Tribunal de Justiça, o desembargador Manoel Pereira Calças assinou Resolução remanejando as varas da comarca de Jales
REPAGINAÇÃO - Na última reunião do ano realizada no dia 10 de dezembro, o Órgão Especial do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo, formado por 25 desembargadores, modificou o formato das varas da comarca de Jales que, de Cumulativas, ou seja, absorvendo processos de toda natureza, passam a ser especializadas. Resolução neste sentido, assinada pelo desembargador Manoel Ferreira Calças, que terminava o mandato, foi publicada no Diário Oficial Eletrônico e já está em vigor na comarca de Jales. 

COMO FICOU – Desde a data da publicação, a 1ª e a 2ª Varas passam a se chamar Criminais e a 3ª, 4ª e 5ª tornam-se Cíveis. A 1ª Vara, onde atuou durante décadas o juiz Eduardo Henrique de Moraes Nogueira, está sendo comandada por uma juíza substituta enquanto não chega o titular, ao passo que o juiz Alexandre Kiataqui mantém-se na 2ª Vara. As chamadas Varas Cíveis ficam sob a responsabilidade dos magistrados José Pedro Geraldo Nóbrega Curitiba (3ª), atual diretor do fórum, Maria Paula Branquinho Pini (4ª) e Adilson Wagner Balotti (5ª).

ESPECIAL- As ações envolvendo crimes de menor potencial ofensivo e cujo valor máximo não ultrapasse 40 salários mínimos continuarão a tramitar na Vara Especial Cível e Criminal sob o comando, desde que foi criada, do juiz Fernando Antonio de Lima.

COM JEITO VAI – Entre digitais e físicos, estima-se que tramitam em  cada Vara da Comarca de Jales em torno   de 3.500 processos. Com a mudança nas atribuições de cada uma, calcula-se que o processo de adaptação deve durar uns seis meses.

PIQUE – Quem imagina que Carlos Toshiro Sakashita, por conta de seus múltiplos afazeres como empresário, não terá muito tempo para dedicar à Provedoria da Santa Casa, pode quebrar a cara. Todas as vezes que teve que assumir a função nas licenças do titular Junior Ferreira, Toshiro segurou a onda. Quem o conhece aposta que ele vai amanhecer no hospital no dia 2 de janeiro, quando assume o cargo para o qual foi eleito.  

EXPERTISE - O empresário Luís Henrique Moreira, que percorreu a região durante a campanha eleitoral do ano passado divulgando seu nome e suas propostas como candidato a deputado estadual, fez palestra na última terça-feira, dia 17 de dezembro, em Santa Fé do Sul. Nada a ver com política ou urna eletrônica. Desta vez ele falou sobre produção e comércio de borracha para produtores interessados em evento articulado pelo Sebrae. Como se sabe, borracha é a praia dele.  O prefeito de Santa Fé, Ademir Maschio (DEM), foi ouvir o jalesense. 

MERCADO – Quatro dias antes da palestra, LH recebeu em seu escritório de trabalho o CEO da Michelin para a América Latina, acompanhado de assessores e da equipe de compra de matéria prima na região. A conversa deve ter sido animadora. LH passou a semana exibindo o chamado sorriso coast-to-coast.  

VENTO A FAVOR – Além de vocação, talento e votos, políticos, principalmente os que têm mandatos, precisam de um pouquinho de sorte. É o que parece estar acontecendo com o prefeito Flávio Prandi Franco (DEM), que vem suando sangue para driblar as adversidades que herdou e, de quebra, contando com o trabalho desinteressado de alguns colaboradores. 

CUSTO ZERO – Um deles é José Célio Martini, presidente do Conselho Municipal de Saúde, órgão que defende os interesses dos usuários do sistema. Escolhido por seus pares, Martini, que é aposentado da Telesp, abraçou a causa e, sem ganhar absolutamente nada, vem sendo um dedicado parceiro da administração municipal, mas, principalmente dos que usam as unidades de saúde e a UPA. Isto sem contar, em menor escala, incursões pela Santa Casa e AME. Onde tem alguma coisa errada, ele vai checar e leva a demanda adiante.  

LINCE – O ex-petista comporta-se como um zeloso guardião do interesse público. De repente, ele aparece do nada nas unidades. Segundo um dos seus melhores amigos, não é raro vê-lo dar expediente em plena tarde de domingo na UPA para checar se o atendimento está sendo bem feito ou se tem algum imbróglio na parada.

LINK – O próprio Martini admite que começou a tomar gosto pela área da saúde a partir do momento em passou a se relacionar com os médicos cubanos que vieram trabalhar na região pelo programa “Mais Médicos”. A aproximação ficou maior a partir do momento em que ele descobriu que a jalesense Márcia Pinheiro era assessora técnica da Organização Pan-Americana de Saúde, que monitorava o referido programa.    

SINAL VERDE – Com trânsito livre em todos os espaços de saúde em Jales, Martini, por eleição de seus pares, tornou-se delegado regional junto à Conferência Estadual e à Conferência Nacional de Saúde.