jornaldejales@melfinet.com.br
17 3632-1330

Reformas do Centro Cultural e do museu devem ficar em R$ 1,3 milhão

Enquanto aguarda a liberação dos recursos, a Prefeitura está providenciando a recuperação da calçada na frente do prédio, com a recolocação de pedras do tipo petit pave.
15 de maio de 2017
A calçada ao lado do Centro Cultural já está sendo recuperada
A Prefeitura está aguardando a liberação de R$ 800 mil do Ministério do Turismo para fazer as reformas no Centro Cultural Dr. Edilio Ridolfo, devendo incluir alguns equipamentos para o teatro. Outros R$ 500 mil deverão ser empregados na reforma e adequações do museu e da Casa do Poeta, como informou o diretor de divisão Ademir Molina, que está respondendo pela Secretaria Municipal de Esporte, Cultura e Turismo. 
A falta de manutenção do teatro tem provocado muitas críticas da população, mas Ademir explicou que tudo é uma questão de tempo, pois a Prefeitura não tem dinheiro para fazer a reforma e solicitou esses recursos que deverão ser liberados pelo ministério até o final do ano.

DOIS PROJETOS
Ademir destacou que foram abertas propostas do ministério conhecidas como propostas voluntárias onde a Prefeitura protocolou os dois projetos. O do teatro deverá envolver tanto a reforma geral do prédio e aquisição de equipamentos para a parte cênica quanto para troca do carpete e conserto de algumas poltronas, devendo incluir ainda algumas melhorias no palco.  
Ademir lembrou que apesar da necessidade de reforma, o Centro Cultural continua atendendo normalmente suas necessidades, com apresentações de peças e das escolas e entidades e com o funcionamento da Escola Livre de Teatro e outras atividades
Ademir informou ainda que o prefeito Flávio Prandi Franco, o Flá (DEM), vem se empenhando junto aos meios políticos, através de alguns deputados federais, procurando agilizar essas liberações.

CALÇAMENTO
Enquanto aguarda a liberação dos recursos, a Prefeitura está providenciando a recuperação da calçada na frente do prédio, com a recolocação de pedras do tipo petit pave. A restauração começou neste sábado e só não foi feita antes devido à falta de funcionários municipais, segundo Ademir.
Ele explicou que esse é um trabalho de manutenção que precisa ser feito sempre devido ao volume de veículos que usam o local como estacionamento de supermercado e as pedras acabam não suportando muito tempo. Daí a necessidade de se fazer um trabalho diferenciado, mais resistente e por módulos, para não interditar todo aquele espaço enquanto o serviço é feito.