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Reajuste dos servidores municipais ficou em 3,5%

por Luiz Ramires
11 de fevereiro de 2018
O prefeito Flávio Prandi Franco e o presidente interino do Sindicato dos Servidores Municipais, Jorge Luiz de Souza, durante a assembleia
Ao contrário dos anos anteriores, desta vez não foi preciso muito tempo para que o prefeito Flávio Prandi Franco, já na primeira assembleia convencesse os servidores municipais de que o reajuste possível, este ano, era de 3,5%, mais um aumento no valor da cesta básica de R$ 35,00, passando de R$ 210,00 para R$ 245,00. A proposta inicial do prefeito era de 3% de reajuste e aumento de R$ 45,00 para a cesta básica.
Nos últimos dias o prefeito e sua assessoria financeira vinham mantendo contatos com a diretoria do Sindicato dos Servidores Públicos Municiais, buscando um entendimento, mas a decisão tinha que ser acatada pela categoria, como afirmou o presidente interino da entidade, Jorge Luiz de Souza.
Durante assembleia nas dependências da Câmara Municipal, dia 8 de fevereiro, quinta-feira, o prefeito lembrou que no encontro foram apresentadas várias propostas, mas acabou prevalecendo esta, que foi o mesmo índice dado pelo Governo do Estado, um pouco acima da inflação que ficou em 2,95%. 
O prefeito também destacou que o reajuste da cesta básica também foi importante, principalmente para os servidores que recebem menos e que para estes, a soma de todo o reajuste passa de 6%.
A proposta aprovada, segundo o prefeito, foi feita com o pé no chão, dentro das condições que a Prefeitura pode assumir para garantir o pagamento integral durante o ano todo. Os servidores, como afirmou, entenderam essa situação difícil do momento econômico do país e acabaram aceitando, já na primeira assembleia.
O prefeito lembrou ainda que além dos servidores atuais, existem outros 150 que vão se integrar aos quadros municipais este ano e mesmo assim, ele espera que as despesas com a folha de pagamento devem chegar ou passar um pouco dos 48% da arrecadação.
Os funcionários levaram para as primeiras reuniões uma proposta inicial reivindicando 10%, mas já sabiam que um reajuste em torno de 4% poderia ser aceito diante da situação do momento, conforme alguns comentários ouvidos na Câmara. O presidente interino do sindicato não quis falar depois da assembleia.