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QUANDO se discutem questões ligadas ao desenvolvimento de qualquer povo não tem como fugir dos grandes enfrentamentos centrados nos dois temas que são fundamentais para reduzir desigualdades e promover o ser humano com um mínimo de dignidade, respeito e condições de sobrevivência.

Contexto
23 de fevereiro de 2020
QUANDO
se discutem questões ligadas ao desenvolvimento de qualquer povo não tem como fugir dos grandes enfrentamentos centrados nos dois temas que são fundamentais para reduzir desigualdades e promover o ser humano com um mínimo de dignidade, respeito e condições de sobrevivência.

EDUCAÇÃO
e saúde estão sempre no centro das discussões justamente por essa carência que deixa de ser superada por falta de disposição para se criar os mecanismos para  oferecer um ambiente favorável a uma vida melhor para todos.

NO CASO
específico da educação, isso exige muito mais do que as verbas dos governos cada vez mais racionadas a pretexto de outras prioridades nem sempre necessárias, ou de aparatos tecnológicos oferecidos por instituições privadas procurando acompanhar a evolução dos equipamentos digitais.
   
O ENVOLVIMENTO
dos pais, das famílias, dos professores, gestores, lideranças comunitárias e outros segmentos, cada um com suas responsabilidades, procurando integrar tudo isso em um projeto maior  é uma discussão que não acaba, apesar de tantos estudos e receitas ao longo do tempo.

TANTO
que esta semana o tema esteve na pauta de uma reunião de bispos em Jales (ver matéria nesta edição) como mais um momento de preparação para o evento mundial sugerido pelo Papa Francisco para maio intitulado “Reconstruir o Pacto Global pela Educação”.

O OBJETIVO
como afirmam as informações chegadas do Vaticano é construir uma aliança entre escola, família e as melhores energias da sociedade para colocar no centro o desenvolvimento integral das crianças e jovens para que possam enfrentar os desafios de amanhã.

PARA
os exageradamente otimistas o evento poderá representar um novo rumo para a educação no mundo, mas é preciso antes enfrentar os desafios localizados, como os que se avolumam no nosso país, como bem destacou o bispo Dom Reginaldo Andrietta, ao falar sobre o encontro em Jales e seus possíveis desdobramentos. (LR)