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QUANDO o prefeito Flávio Prandi Franco deixou de investir cerca de R$ 300 mil para adaptar o recinto da FACIP para a festa no primeiro ano da sua administração, muita gente estranhou pois parecia um absurdo deixar de realizar aquele que era o maior evento da cidade.

Contexto
01 de março de 2020
QUANDO
o prefeito Flávio Prandi Franco deixou de investir cerca de R$ 300 mil para adaptar o recinto da FACIP para a festa no primeiro ano da sua administração, muita gente estranhou pois parecia um absurdo deixar de realizar aquele que era o maior evento da cidade.

A CRISE
que já vinha se arrastando no país anunciava períodos difíceis, abrindo espaço para uma tomada de decisão como essa de só investir recursos públicos onde fosse extremamente necessário para beneficiar o maior número possível de pessoas. Mas não era só isso.

TODOS
sabem que há muitos anos a FACIP tinha deixado de ser uma das maiores feiras de agronegócios do país para se transformar em mais um rodeio-show como tantos que existem em quase todas as cidades, ficando até difícil justificar gastos públicos nesses eventos.

O MESMO
pode se dizer do carnaval, que em Jales e em outras cidades, não conta com dinheiro do município, sendo que em muitos locais a opção foi investir em benefícios para a população, como acontece em Urânia, também desde o primeiro ano da administração do prefeito Márcio Arjol, com os mutirões de oftalmologia.

ALÉM DISSO
dá para perceber que a ausência de carnaval de rua em uma cidade importante como Jales pode se transformar em uma grande oportunidade de negócios, se houver interesse e planejamento das empresas, com apoio dos órgãos públicos, chamando a atenção de quem prefere sossego, em torno das opções de turismo rural oferecidas pela região, onde o que também não falta é muita água bem perto daqui.

É PRECISO
apenas investir em ideias iniciais em torno de um bom plano, que não fique só no papel como já aconteceu, unindo grupos de interesse como ponto de partida para alavancar novos empreendimentos de longo prazo, quando esse segmento estiver mais desenvolvido.

TAMBÉM
não custa lembrar que tudo começa bem pequeno e vai crescendo com um bom trabalho receptivo e de divulgação, como está acontecendo, inclusive nos grandes carnavais da região e do interior que nasceram de um som na praça para a moçada pular e hoje atraem milhares de pessoas atrás dos shows com os cantores contratados. (LR)