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QUANDO não quer fazer, governante convoca reunião, dizia o irônico deputado federal Ulysses Guimarães, que foi presidente da Assembleia Nacional Constituinte...

Contexto
23 de junho de 2019
QUANDO
não quer fazer, governante convoca reunião, dizia o irônico deputado federal Ulysses Guimarães, que foi presidente da Assembleia Nacional Constituinte, quando tinha pressa em resolver questões que não dependiam mais de  discussões para serem votadas.

NESSE
contexto, ele até podia ter razão pois muitas reuniões eram convocadas pelas bancadas ou comissões justamente para adiar as votações, ou para engavetar propostas de grupos contrários ao que estava sendo proposto.

HOJE 
os tempos são outros e sabe-se que não só na política, mas em todos os segmentos das comunidades o debate e a troca de idéias é fundamental para melhorar serviços, agilizar propostas ou descartar o que não é tão fundamental ou urgente ou que não pode ser viabilizado por falta de recursos.

ACONTECE
que justamente quando a verba é curta, essas discussões se tornam mais necessárias para melhorar os serviços, principalmente nas áreas consideradas prioritárias, como na educação e na saúde pública.

EM JALES
isso vem acontecendo com sucesso na rede de saúde, tanto municipal quanto no sistema que envolve toda a região, como ocorreu no  “2º Encontro de integração e apoio da Rede de Atenção à Saúde de Jales”, que reuniu as equipes do AME, da Atenção Básica , com 13 participando, do CAPS, do Hospital de Amor, do SAMU, da Santa Casa e da UPA.

FICOU
evidente a necessidade da troca de experiências e maior comunicação entre os grupos e de novos encontros que deverão acontecer a cada dois meses para atualização das informações, pois como o próprio SUS determina, esse trabalho tem que ser feito em rede, pois trata-se de um sistema que precisa estar integrado para funcionar e se tornar mais eficiente,como parece ser o objetivo desses encontros.

ALÉM
dessa discussão em torno do que cada grupo vem fazendo e o que pode ser melhorado, ficou estabelecida a necessidade de uma maior divulgação sobre o funcionamento do sistema, buscando e participação da comunidade que deve ser levada em conta acima de tudo, pois afinal, tudo é feito em função do paciente que precisa ser atendido com competência e respeito nas suas diversas formas, como prevenção, tratamento e acompanhamento. (Luiz Ramires)