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Primeira vitória pode aquecer vendas de produtos da seleção brasileira na Copa da Rússia de 2018

Nos estabelecimentos comerciais, exceto os que vendem artigos esportivos, a decoração alusiva à participação da Seleção Brasileira não foi além do convencional.
24 de junho de 2018
Agnaldo Cadarço e “Da Bahia“
Se o instituto de pesquisa Datafolha já tinha apurado que 54% dos brasileiros tinham pouco ou nenhum interesse pela participação da seleção nacional na Rússia, o empate de domingo passado, dia 17, com a Suíça por 1 a 1 foi um balde de água fria no ânimo dos torcedores.
Entre o primeiro jogo da Seleção na Copa e o segundo, dia 22 de junho, contra a Costa Rica, vitória a duras penas com gols de Philippe Coutinho e Neymar no final do jogo, os vendedores ambulantes sentiram no bolso a falta de ânimo dos torcedores jalesenses. 
O Jornal de Jales escalou repórteres para cobrir os mais variados ambientes e constatou que a pesquisa do maior jornal do país sobre o desinteresse dos brasileiros era verdadeiro. 
Ao contrário dos campeonatos mundiais anteriores, quando grupos de familiares e amigos agendavam encontros para assistir aos jogos, desta vez não está acontecendo a mesma coisa.  
Nas ruas e nos locais de trabalho, viu-se poucos torcedores vestindo a “amarelinha”, considerada um manto sagrado em disputas anteriores. 
Nos estabelecimentos comerciais, exceto os que vendem artigos esportivos, a decoração alusiva à participação da Seleção Brasileira não foi além do convencional.
Até os vendedores ambulantes de produtos alusivos ao escrete brasileiro sentiram que as vendas ainda estão abaixo da expectativa.
Dois deles, Agnaldo “Cadarço”, que fixou seu posto de vendas na Avenida Francisco Jalles, esquina com a Rua 2, e o popular “Da Bahia”, que anda pela cidade toda, ainda estão esperançosos, mas admitem que as vendas só vão melhorar se os resultados positivos aparecerem. 
“Cadarço” tem emprego fixo em uma rede de farmácias e “Da Bahia”, fora do período da Copa, vende produtos variados, de chapéus a doces.