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Polícia garante que novas operações estão a caminho

por Luiz Ramires
26 de fevereiro de 2017
“Não foi a primeira e com certeza não será a última.” A afirmação foi feira pelo delegado federal Cristiano de Pádua da Silva durante entrevista coletiva com as autoridades policiais e do Ministério Púbico, após a operação “Sinergia”, que resultou em 10 prisões, sendo duas em flagrante, no início da
“Não foi a primeira e com certeza não será a última.” A afirmação foi feira pelo delegado federal Cristiano de Pádua da Silva durante entrevista coletiva com as autoridades policiais e do Ministério Púbico, após a operação “Sinergia”, que resultou em 10 prisões, sendo duas em flagrante, no início da manhã do dia 23 de fevereiro, quinta-feira. Segundo o delegado, o saldo foi bastante positivo e deverá resultar em novas operações com resultados ainda melhores.
O comandante do 16º Batalhão da Polícia Militar, major Wilson Cardoso Júnior, também afirmou que esse tipo de operação envolvendo todo o batalhão de Fernandópolis e a equipe do núcleo do GAECO (Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado) de São José do Rio Preto, deverá se repetir em Jales e em outras cidades, sempre que houver necessidade de combater a violência e o tráfico de drogas. 
O delegado seccional de Jales, Charles Wiston de Oliveira, destacou que a operação envolveu mais de 130 policiais, das polícias civil, militar e federal, além do Ministério Púbico e da Justiça que contribuíram para que fossem expedidos os mandados de busca e apreensão. “Foi mais uma resposta dura contra a violência, com apoio também da população”, disse o delegado, lembrando que todo esse trabalho tem como objetivo combater a onda de assaltos que vinha acontecendo na cidade, provocados principalmente pelo tráfico de entorpecentes. Ele destacou que além das prisões foram apreendidas drogas, balanças de precisão e até simulacros (imitações) de armas, incluindo um fuzil e uma pistola.

A OPERAÇÃO
Segundo o serviço de comunicação da Polícia Federal, para o cumprimento da operação foram expedidos 20 mandados de busca e apreensão, pela Justiça Estadual. As equipes de policiais contaram com apoio do helicóptero Águia, da Polícia Militar e de cães farejadores da Polícia Militar de São José do Rio Preto e da Polícia Federal de Três Lagoas-MS.
O nome da operação foi utilizado em alusão à ação e cooperação entre as forças de segurança e Ministério Público. 
O promotor Anderson Giovam Scandelai disse que a operação foi deflagrada depois da realização de um levantamento geral da criminalidade e dos assaltos registrados na cidade. Ele também destacou a importância da atuação conjunta da polícia com a Justiça e o Ministério Público para o resultado bastante positivo desse trabalho.
A operação também foi comentada pelo promotor Orival Marques de Freitas que participou da entrevista coletiva quando destacou que mais de 80% das ocorrências policiais estão relacionadas com as drogas, sendo que várias envolvem menores que são apreendidos.