Contexto

PERGUNTA que não quer calar:

PERGUNTA

que não quer calar: quando colaboradores e empresários brasileiros e de ouros países em crise poderão se confraternizar, comemorando juntos conquistas durante o ano que possam ser lembradas no Dia 1º de Maio, uma das datas que ao longo da história sempre foi reverenciada como momento de festa e reflexões entre os trabalhadores, em todo o mundo?

  SE 

hoje temos o coronavírus para complicar, também não podemos esquecer que a falta de motivações para comemorar não vem de agora, mas de alguns anos, desde quando a economia do país começou a entrar em queda livre, levando a medidas complicadas para os trabalhadores que culminaram com a reforma trabalhista no governo Temer, precarizando as relações de trabalho que agora se completam com a minirreforma, criando a carteira verde-amarela e introduzindo outras mudanças nas relações entre patrões e empregados.

SABEMOS 

que a grande maioria dos empresários tem plena consciência não só da sua responsabilidade como geradores de empregos que precisam de colaboradores competentes para desenvolver seus negócios, mas de que com o desenvolvimento econômico todos ganham e a vida das populações passa a ser melhor.

ESSA

é uma situação onde não existem dois lados, pois se antes patrões e empregados travavam grandes embates para que os trabalhadores pudessem ter aumentos reais e mais benefícios, hoje a luta é pela manutenção do emprego, pois se por um lado existe a questão social, por outro, a necessidade do empresário ter seus colaboradores em períodos de expansão também deve ser levada em conta e demitir pessoas experientes agora parece não ser um bom negócio.

É CLARO 

que estamos chovendo no molhado ao insistirmos em um termo já utilizado por todos os comentaristas que conheço quando falam sobre o assunto, mas a palavra solidariedade deve nortear as decisões nesse momento, junto com outra não menos importante para um mundo que nunca mais será o mesmo: reflexão, pois é bom pensar bem antes de se tomar decisões precipitadas e depois se arrepender.

RESISTIR 

é dever de todos, para que o Dia do Trabalho deixe de ser apenas uma data, mas uma expressão que possa voltar brevemente a empolgar todos os que dele dependem, tanto para o desenvolvimento dos seus negócios, quanto para a manutenção e sobrevivência de suas famílias. (Luiz Ramires)


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