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Participante de cavalgada conta as aventuras do grupo até Inocência/MS

por Luiz Ramires
28 de julho de 2019
Mesmo no inverno, a sombra dos eucaliptos serviu para refrescar a tropa durante a viagem
Depois de três dias de viagem, os integrantes de uma cavalgada que saiu de Jales na tarde de sexta-feira, dia 19 de julho, seguindo até a Fazenda Santa Emília, em Inocência/MS, onde chegaram na terça-feira, voltaram no dia seguinte, em seus carros, levados por alguns familiares e com os cavalos trazidos em um caminhão fretado.
Uma das integrantes da comitiva, a médica Sandra Queda Leão, não esconde sua satisfação em contar as aventuras do grupo, em um percurso de cerca de 200 quilômetros e de participar de uma viagem como essa, lembrando que tudo ocorreu dentro do esperado. Ela destaca a satisfação em percorrer as terras sul matogrossenses, em um ambiente de muita paz e diversão com os amigos.
As paradas também foram momentos prazerosos, como as recepções nas fazendas, na Capela São João Batista e no penúltimo pouso, na margem do Rio Boa Vista. “Nos sentimos como verdadeiros muladeiros, pois não tínhamos recursos de energia e água entre outros”, afirma Sandra, lembrando que os banhos eram nos chuveiros frios, com iluminação na base de lampiões, barracas e comida pantaneira.
A chegada na fazenda foi para ela um momento de conforto, mas ao mesmo tempo de tristeza por saber que a viagem tinha chegado ao fim e todos voltariam no dia seguinte.

A HISTÓRIA
A cavalgada, que chega em sua 13ª edição consecutiva começou com sete pessoas, como promessa de Leandro Ceneviva, um dos netos de Oscar Francisco de Camargo Damiano, dono da fazenda para onde a cavalgada se dirige todo ano, depois que este morreu. Este ano a comitiva contou com um grupo de jalesenses, além de cinco piracicabanos, num total de 28 pessoas.
Hoje a cavalgada é coordenada pela irmã de Leandro, Luciana Ceneviva, que organizou a partida da chácara de Ademir Artilha (Palinha), na Estrada do Café, por ser um bom local para sair em direção a Mato Grosso do Sul.
Durante alguns anos a cavalgada era realizada em outubro, mas o calor dificultava o percurso o que levou seus participantes a mudar a data para julho.