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Paciente de Goiás diz que vai fazer campanhas para Santa Casa de Jales

Sensibilizada com o tratamento recebido, Fátima vai se empenhar pessoalmente para ajudar a Santa Casa e entende que os pacientes da região deveriam fazer o mesmo.
07 de julho de 2019
Fátima, que mora na Lagoa Santa, em Goiás, na redação do J.J.: “a doutora Emiko não é 10, ela é 1000”
“Assim que eu voltar para Goiás, a primeira coisa que vou fazer é uma campanha para ajudar a Santa Casa de Jales”, afirmou Aparecida de Fátima Souza Lima ao visitar a redação do Jornal de Jales na tarde de terça-feira, dia 2 de julho.
Ela tomou a decisão como forma de agradecer o tratamento recebido durante os seis dias que ficou internada no hospital, inclusive no isolamento, com suspeita de ter contraído a gripe H1N1 ou tuberculose, hipóteses posteriormente descartadas.
Fátima, que mora na propriedade da família, na Lagoa Santa, garante que foi muito bem assistida pela equipe de enfermagem e especialmente pela médica intensivista Emiko Fujihara, a quem direcionou caudalosos elogios.
“A doutora Emiko não é nota 10, ela é nota 1.000”, acrescentou a paciente, destacando o grande conhecimento revelado pela médica no acompanhamento de seu caso. 
Ela conta que chegou à Santa Casa encaminhada por médico da UPA. “Pensei que era uma simples gripe, mas a coisa era mais séria. Daí, fui internada no isolamento para observação”, acrescentou. 

QUESTÃO DE JUSTIÇA
Sensibilizada com o tratamento recebido, Fátima vai se empenhar pessoalmente para ajudar a Santa Casa e entende que os pacientes da região deveriam fazer o mesmo. 
“O pessoal ajuda muito o Hospital de Amor, eu também ajudo, participo de leilões onde moro, o povo é unido, mas não podemos esquecer que a Santa Casa de Jales é a porta de entrada dos pacientes da região. Eu nunca pensei que um dia iria precisar, mas precisei, fui bem atendida”, acrescentou. 
Embora more em cidade de Goiás, Fátima é nascida em Jales, onde cresceu e morou. “Até hoje voto aqui”, observou.