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OS GRANDES têm como se defender, com toda uma estrutura montada, mas os pequenos e médios ainda necessitam de muito apoio e políticas específicas...

por Luiz Ramires
05 de agosto de 2018
OS GRANDES
têm como se defender, com toda uma estrutura montada, mas os pequenos e médios ainda necessitam de muito apoio e políticas específicas para promover o desenvolvimento da agricultura no estado e oferecer mais alimentos, empregos e recursos como resultado do trabalho em suas propriedades.

FOI
nesse tom que o vice-presidente da Federação da Agricultura do Estado de São Paulo, Tirso Meirelles dirigiu seu discurso, durante a comemoração dos 50 anos de fundação do Sindicato Rural de Jales, lembrando a trajetória do seu presidente, José Candeo à frente da entidade.

ESSA
atuação deu ao presidente do sindicato uma projeção em nível estadual que o levou a ocupar cargos e funções importantes, como a própria vice-presidência da FAESP que deixou recentemente, aos 89 anos, para que Tirso pudesse substituí-lo.

ALÉM
dessa atuação em conjunto, em defesa dos agricultores paulistas, Candeo e Tirso também estão juntos no Sebrae, onde o primeiro é conselheiro e o segundo acaba de assumir a presidência, interinamente, com o licenciamento do presidente Paulo Skaf, para disputar as eleições para o Governo do Estado.

É CLARO
que essa liderança não se conquista por acaso, mesmo porque Candeo soube, ao longo de meio século, agregar as lideranças patronais do campo em uma região predominantemente agrícola, onde a quase totalidade é formada por pequenos e médios produtores, com uma produção altamente diversificada.

O MESMO
acontece com Tirso, que como seu pai, Fábio, viveu seus primeiros anos em Franca, uma cidade em torno da qual também predominam as pequenas e médias, propriedades rurais, embora em uma região mais rica do que a de Jales.

HOJE,
quando o país enfrenta dificuldades em quase todos os setores, o agronegócio é o que mais contribui para a geração de riquezas, mas como afirmou o vice-presidente da FAESP, os grande têm como se virar, enquanto os pequenos precisam se unir cada vez mais, com capacitação e promoção de negócios, para continuar produzindo sem ter que deixar suas origens e é isso que as entidades como a federação e o sindicato sempre se empenharam em fazer. (Luiz Ramires)