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ORIGENS – O Grupo Progresso, que fez circular via WhatsApp, dia 29 de maio, um duro manifesto redigido pelo jovem empresário Francisco Venturini Athayde, o Kiko....

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03 de junho de 2018
Kiko Venturini foi o autor de manifesto sobre os bloqueios de caminhoneiros. O texto recebeu o OK de todos os empresários do Grupo Progresso
ORIGENS – O Grupo Progresso, que fez circular via WhatsApp, dia 29 de maio, um duro manifesto redigido pelo jovem empresário Francisco Venturini Athayde, o Kiko, tornado público através da edição digital do Jornal de Jales e da página do J.J. no Facebook, pedindo bom senso aos caminhoneiros da região (ler editorial na página anterior), nasceu no dia 25 de novembro de 2015 durante audiência pública realizada na Câmara Municipal de Jales tendo como mediador o diretor deste jornal.

TAREFAS– O Grupo Progresso era uma das Comissões Temáticas que estudaram problemas da cidade e ofereceram sugestões ao então prefeito Pedro Manoel Callado Moraes em áreas como Ensino Superior, Estádio Municipal, Terminal Rodoviário, Decoração Natalina, Cultura e Aproveitamento da Estação da Fepasa. 

SUGESTÕES – Cada Comissão Temática, constituída por cinco membros, apresentou o resultado de levantamento feito em todas as áreas. No Ensino Superior, os expositores foram José Devanir Rodrigues e o professor doutor Domingos de Freitas Filho. O engenheiro e empresário Alexandre Alves Rensi foi o porta-voz da comissão que estudou o que fazer com o Estádio Municipal. A proposta para transferência do Terminal Rodoviário foi encaminhada pelo advogado José Luís Nunes, cuja comissão também ofereceu subsídios sobre o aproveitamento da estação da Fepasa. O então presidente da Associação Comercial, Carlos Altimari, a secretária executiva Maria Osório, a artesã Lucilene Fiochi e o servidor municipal Ademir Molina apresentaram as conclusões da Comissão Temática da Decoração Natalina. Clayton Campos, diretor da Escola Livre de Teatro, por delegação do coordenador do grupo, advogado Luiz Fernando Saad, fez um Raio X  do segmento da Cultura.

CAPITÃO DO TIME – Coube ao então secretário municipal de Planejamento, José Magalhães Rocha, idealizador e coordenador geral do levantamento, apresentar as sugestões do Grupo Progresso, formado por empresários, destacando os estudos que resultaram na elaboração de um projeto de lei, já aprovado pela Câmara, criando mecanismos de incentivos fiscais para a instalação de novas empresas no município. O grupo também apontou para a necessidade de instalação de um novo Distrito Industrial para atrair investidores.    

SANGUE NOVO- Voltando ao primeiro tópico, Kiko Venturini, diretor da indústria Refrigerantes Saboraki, faz parte da nova geração de empresários recentemente empossados na diretoria da Associação Comercial e Industrial de Jales presidida por Leandro Rocca. 

CONCENTRAÇÃO – Enquanto o técnico Tite passou a semana em Londres preparando a seleção brasileira para dois amistosos antes da Copa do Mundo, o empresário Luis Henrique Moreira, pré-candidato a deputado estadual pelo “Podemos” , iniciou a semana promovendo reunião com alguns simpatizantes   que já lhe hipotecaram apoio. Pessoas que tiveram acesso ao encontro na segunda-feira, dia 28, contaram à coluna que LH fez uma espécie de prestação de contas dos contatos que vem mantendo dentro e fora da região com lideranças consideradas de peso político e eleitoral.

W.O.- De sua parte, o delegado Edson Sakashita, do PHS, que também é pré-candidato a deputado estadual, foi vítima do movimento de paralisação dos caminhoneiros. O jurista Luiz Flávio Gomes, do PSB, que pretende disputar uma vaga na Câmara Federal e deve ser o companheiro de dobradinha do delegado, não conseguiu decolar de São Paulo na terça-feira porque seu voo foi cancelado. LFG vai reagendar para outra data a circulada em Jales. 

DIGITAIS – Fontes da coluna com acesso a vereadores creditaram ao    prefeito Flávio Prandi Franco (DEM)  o movimento que resultou na rejeição do parecer do Tribunal de Contas do Estado reprovando as contas da administração municipal referentes a 2014, quando a prefeita era Eunice Mistilides Silva. O principal problema levantado pelo TCE foi o não recolhimento das parcelas devidas pela municipalidade ao Instituto de Previdência Social. 

FAIR-PLAY – Para que o parecer do TCE fosse rejeitado eram necessários os votos de dois terços dos vereadores. Flá teria ponderado à sua base que o apontamento da corte de contas não justificava punição tão dura, que resultaria até na futura inelegibilidade de Nice. Dos 10 vereadores, só Tiago Abra e Chico do Cartório (MDB) votaram a favor do parecer do TCE. Vale lembrar que Flá já disputou duas eleições contra Nice. Uma, em 2004, quando ele ficou em segundo lugar e ela em quarto em um pleito com cinco candidatos, cujo vencedor foi Humberto Parini (PT). Outra, em 2012, quando o atual prefeito perdeu para Nice por menos de 2%.

AFINIDADE – Por falar em Tiago Abra, ele não misturou estações, entendendo que vida política é uma coisa e convívio social outra. Só um vereador, Chico do Cartório, foi convidado para a comemoração de seus 35 anos, dia 26 de maio (imagens da festa na página 4 do caderno Vitrine)