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O bandido e o mocinho

Por Fábio Fiorani
08 de dezembro de 2019
Os advogados daquele ex-presidente (agora ex-presidiário) estão fazendo escola com a manjada tática de tentar desviar o foco. Aqui na região está acontecendo o mesmo. Advogados da Universidade Brasil entraram com uma representação judicial contra o delegado federal Cristiano Pádua da Silva. E o que vai acontecer a gente já sabe. Assim como Sergio Moro, que precisou dar explicações no Senado Federal para uma plateia recheada de pilantras, o mesmo vai acabar acontecendo com o delegado Cristiano. Vai ter que explicar porque desmantelou um esquema criminoso de proporções que a gente não faz ideia. É uma total inversão de valores. Uma vergonha. É claro que não vai dar em nada, afinal, a gente sabe que é só para desviar o foco.  
Na última quinta-feira, 5, estive na Cerimônia de Formatura dos alunos do Ensino Médio do Colégio Ferreira Prado. Como de praxe naquele colégio, a bela cerimônia foi precedida pela execução do Hino Nacional Brasileiro e pelo Hino Oficial do Município. E me veio um questionamento a respeito dos autores do belo hino. Na internet descobri que o hino foi escolhido através de concurso público depois de Projeto de iniciativa da então vereadora Aracy de Oliveira Murari Cardozo no ano de 2002. A letra é do compositor Moisés Landim de Souza e a música de Edson Antônio da Silva, os afamados Billy e Boby, que já formaram uma dupla sertaneja. Que história bacana. Será que já foram homenageados pelo município? Seria justo até que recebessem algum tipo de aposentadoria por tão relevante serviço prestado à nossa cidade. Uma beleza de música. 
E segundo pesquisa da Veja, se Sérgio Moro e aquele ex-presidente (agora ex-presidiário) disputassem a presidência da República em 2022, Sérgio Mora daria uma surra no pilantra-mor. Será que o povo acordou? Pergunta retórica, claro. Háháhá. 
Aliás, esse senhor está pensando em mudar-se para Fortaleza, capital do Ceará. É que lá há um convenio que disponibiliza passagens de graça nos ônibus municipais para condenados que cumprem pena em regime aberto e semiaberto. Vixi! Esqueci que ele só anda de jatinho. Háháhá. 
“Já vi homem fazer de tudo, mas, mentir e trair, nunca”. O autor dessa frase está internado em um hospital em coma induzido. Háháhá. 
E a placa de aviso no self-service: “Não é permitido comer duas pessoas no mesmo prato”. Vixi! Isso não é self-service, é self-sex. Háháhá. 
E o povo continua reclamando do preço da carne. Não é a carne que está cara, você que é pobre. Sabia que o cogumelo Mattake chega a custar mil dólares o quilo? O mesmo preço do Westing Hotel Bagel, feito com creme de queijo de trufa branca e goji berry, infundido de geleia Riesling e decorado com folhas de ouro. E você reclamando do preço da picanha. POBRE! Háháhá. 
Depois dessa, tchau! 

Fábio Fiorani
(é coordenador pedagógico do CCAA de Jales)