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O AMARELO é mais uma cor que vem se somar às outras que caracterizam as campanhas preventivas realizadas durante o ano, para combater problemas de saúde e contribuir para melhorar a qualidade de vida ...

Contexto
08 de setembro de 2019
O AMARELO
é mais uma cor que vem se somar às outras que caracterizam as campanhas preventivas realizadas durante o ano, para combater problemas de saúde e contribuir para melhorar a qualidade de vida que precisam de ações de advertência para se obterem resultados favoráveis ao que cada uma propõe.

TEM SENTIDO,
pois os números são realmente alarmantes e crescem numa velocidade que impressiona, se comparados a alguns anos quando falar em suicídio era até temerário, em função da possibilidade de incentivar uma prática que acontecia raramente, sempre causando um grande impacto nas comunidades.
 
EM JALES,
não é diferente e é raro o dia em que os noticiários policiais deixam de registram casos de pessoas tirando a própria vida, ou tentando se matar, por motivos que variam e que podem ser até de distúrbios mentais que levam a tal comportamento, embora a maioria dos casos seja provocada por desespero em função de questões pessoais.

OFICIALMENTE
uma iniciativa local dentro dessa nova campanha foi a instituição do dia 10 de setembro como o Dia Municipal de Conscientização e Prevenção ao Suicídio e Valorização da Vida, aprovada pela Câmara no dia 5 de agosto, passando a fazer parte do calendário de eventos do município.

A JUSTIFICATIVA
para o projeto era que a cada 40 segundos alguém no mundo interrompe a própria vida, sendo que o Brasil registrou 11.433 mortes por suicídio em 2016, um caso a cada 46 minutos, representando um crescimento de 2,3% em relação ao ano anterior, quando 11.178 pessoas tiraram a própria vida, ou seja, houve nada menos do que 5,8% de suicídios para cada 10.000 habitantes.

ASSIM,
a campanha feita nas escolas municipais com palestras e discussões sobre o tema, como registramos em matéria nesta edição, precisa ser divulgada para que essa situação comece a ser questionada logo cedo, com a participação dos pais e professores que precisam conhecer melhor as causas que podem levar a esse gesto radical, buscando conhecimentos e formas de prevenir uma situação que se agrava mais do que qualquer outro problema de saúde ou social. (Luiz Ramires)