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NOS ÚLTIMOS MESES tem crescido muito o número de reportagens sobre o potencial dos autistas quando se trata de desempenho...

Contexto
25 de fevereiro de 2018
NOS ÚLTIMOS MESES
tem crescido muito o número de reportagens sobre o potencial dos autistas quando se trata de desempenho, inclusive na área profissional votada principalmente para a tecnologia da informação.
DUAS
dessas reportagens, uma da Folha de São Paulo e outra da revista Forbes são citadas pela professora e neuroeducadora Eugenia Maria, coordenadora do Projeto FloreSer, em matéria nesta edição.
É PRECISO 
estudar as formas de expressão dos autistas para que os mesmos possam receber o apoio necessário para terem uma qualidade de vida melhor, vivendo como autistas, como recomenda a educadora, nos remetendo a reflexões sobre as limitações emocionais que podem levar a extremos positivos ou negativos, dependendo da nossa postura em relação a cada uma dessas pessoas.
AFINAL,
o que é o Vale do Silício e outros centros de referência tecnológica em vários países, senão locais onde grupos de autistas se uniram para dar asas à imaginação com apoio das escolas, das famílias e de investidores antenados, muitos deles também autistas?  
POR OUTRO LADO,
não entender essas pessoas e querer que elas se enquadrem na nossa rotina e disciplina é matar no ninho o potencial de cada um, criando todas as condições para desenvolver fobias, estresse, depressão e surtos, onde os Estados Unidos também é um bom exemplo, pelo uso excessivo de antidepressivos e pelo fato de qualquer um poder comprar armas de qualquer calibre, em qualquer lugar.
EM 
todo o mundo existem milhões de autistas e em Jales não é diferente, pois muitas pessoas sofrem dessa síndrome, mas poderiam sofrer menos e ter uma qualidade de vida muito melhor se fossem tratadas com respeito, dignidade e principalmente incentivos para desenvolver o seu lado criativo e moral, muito superior aos dos ditos “normais”, o que não deixa de acontecer, mas infelizmente como raras exceções. 
(LR)