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NA SEMANA passada falamos das dificuldades das entidades assistenciais e sociais que sempre realizaram seus trabalhos de atendimento à população...

Contexto
04 de fevereiro de 2018
NA SEMANA
passada falamos das dificuldades das entidades assistenciais e sociais que sempre realizaram seus trabalhos de atendimento à população com a ajuda da comunidade e que agora passam a enfrentar o corte radical de recursos federais, levando a multiplicarem as campanhas e eventos, buscando a sobrevivência com a manutenção dos serviços voltados principalmente para os mais necessitados.

DIZ
o ditado que a corda sempre rompe do lado do mais fraco e parece que é isso que está acontecendo nesse momento, no país, onde a fatura da crise chega dificultando o compromisso que essas entidades têm de melhorar cada vez mais seus serviços, pondo em risco a própria sobrevivência das que não contam com uma estrutura suficiente para andar com as próprias pernas.

É O CASO
também dos sindicatos, tanto patronais quanto de empregados, que passam por um sufoco provocado com o fim da contribuição sindical, que sempre ajudou na manutenção dos mesmos, embora muitas críticas fossem direcionadas contra esse tipo de apoio pelo fato de muitos não estarem cumprindo com suas funções como deveriam.

ACONTECE
que os inocentes estão pagando pelos pecadores, pois aqueles que são a grande maioria, que trabalham de forma competente também sofrem com esse tipo de corte que obriga a um desdobramento muito maior que o normal para não comprometer a qualidade do atendimento aos seus associados e às suas categorias de forma geral.

MESMO
com essa situação crítica, Jales, mais uma vez dá uma demonstração da força das suas instituições, conforme mostramos nas nossas edições do Jornal de Jales, quando ouvimos lideranças como os presidentes dos sindicatos e vemos o esforço das suas equipes para aumentar receitas e continuar trabalhando.

UM EXEMPLO
dessa superação foi a inauguração do novo prédio do Sindicato do Comércio Varejista e outra, o evento que marcou a posse da nova diretoria do Sindicato dos Motoristas, quando ouvimos também outras lideranças sindicais que estão lutando para manterem suas entidades, buscando formas de sobreviver para continuar prestando os serviços que a população precisa. (Luiz Ramires)