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MUITO se tem falado das preocupações com a situação do planeta nas próximas décadas, com a redução das populações que já começa a ser sentida em vários países ...

Contexto
16 de setembro de 2018
MUITO
se tem falado das preocupações com a situação do planeta nas próximas décadas, com a redução das populações que já começa a ser sentida em vários países, inclusive com alguns oferecendo boas oportunidades para jovens profissionais estrangeiros que queiram fazer carreira por lá.

ACONTECE
que essa é apenas uma parte da questão, pois em um futuro não tão distante, muitas transformações que envolvem essa tendência já farão parte do dia-a-dia das pessoas em geral e não apenas daquelas que no momento estão preocupadas com o que virá de tudo isso.

É NESSE
sentido que se começam a buscar formas de projetar para o futuro uma qualidade de vida melhor para esse novo perfil da população com muito menos jovens e muito mais idosos com suas necessidades e preocupações diferenciadas, como mostramos em reportagem nesta edição.

SE É
para se pensar desde já nessas transformações bastante radicais, é bom que a sociedade caminhe junto com uma educação de qualidade para que os futuros idosos, ou seja, os estudantes de hoje, comecem a se programar para o que os espera, quando chegarem lá.

A ÓTIMA
avaliação das escolas municipais de Jales pelo IDEB (Índice de Desenvolvimento da Educação Básica) do Ministério da Educação acaba sendo um alento nesse sentido, pois faz pensar que estamos indo bem, na direção de uma vida melhor para todos que hoje ainda se encontram nos bancos escolares, para daqui a 30, 40 ou 50 anos, quando a expectativa de vida terá aumentado e o mundo será muito diferente do que é hoje.

ALÉM DISSO,
também acaba sendo importante que as escolas se preocupem em não ensinar apenas as disciplinas de praxe, mas em oferecer uma boa educação, para uma formação ética, moral e profissionalmente justa, com muita interação social e acima de tudo solidariedade.

É DESSA
forma que estaremos preparando os nossos jovens para as soluções de conflitos, sem injustiças e sem discriminações como acontecem agora, em um mundo cada vez mais conturbado por não saber tratar as diferenças. 

REVERTER
essa situação certamente contribuirá, e muito, para que quando se tornarem idosos as crianças e adolescentes de hoje saibam se relacionar de forma mais adequada, para ter uma vida melhor inclusive com mais acesso aos serviços de saúde, lazer e intelectuais. (Luiz Ramires)