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MESMO que a cidade não tenha crescido muito nas últimas décadas, muita coisa mudou em termos de urbanização e utilização dos espaços na área central, nos bairros e nas antigas propriedades rurais que se transformaram em loteamentos que continuam se expandindo.

Contexto
02 de setembro de 2018
MESMO
que a cidade não tenha crescido muito nas últimas décadas, muita coisa mudou em termos de urbanização e utilização dos espaços na área central, nos bairros e nas antigas propriedades rurais que se transformaram em loteamentos que continuam se expandindo.

DEPOIS
de muita discussão, embora com pouca participação popular, o novo Plano Diretor do Município está para ser votado na Câmara antes de ser levado para sansão do prefeito e o que se espera são mais debates, agora pelos vereadores.

SÃO 
diretrizes para serem implantadas de imediato ou para os próximos anos, de acordo com as exigências que forem surgindo para atender as necessidades da população em vários segmentos. 

NÃO
Se trata apenas de disciplinar o crescimento da cidade e planejar as vias públicas que estão surgindo, mas de adaptar o que já existe atendendo as normas de urbanismo exigidas pelas leis municipais, estaduais e federais, em situações que envolvem, por exemplo, acessibilidade, mobilidade e meio ambiente.

ALGUMA
coisa já está sendo feita na questão da mobilidade, principalmente nos edifícios públicos e em algumas vias, mas ainda falta muito para ser adaptado até que as pessoas, principalmente os cadeirantes ou com outras dificuldades físicas, tenham condições de andar pela cidade com um mínimo de tranquilidade.

SITUAÇÃO 
que também precisa ser mais bem cuidada é a dos abusos cometidos na venda de terrenos, muitas vezes de forma irregular, que acaba de ganhar uma campanha da Prefeitura para orientar a população que precisa tomar muito cuidado a fim de evitar problemas.

O OBJETIVO
é alertar os compradores de lotes para que procurem informações na Prefeitura ou no Cartório de Registro de Imóveis, para saber se está tudo dentro das exigências impostas aos loteadores, inclusive na questão que envolve o parcelamento do solo.

EMBORA
questões como está ainda provoquem muita discussão, não dá para arriscar perder o imóvel se depois de comprado ficar constatado que o mesmo não cumpre tais exigências como está bem claro em um dos informes sobre o assunto. 

AFINAL
tudo faz parte de um conjunto de regulamentações que se não forem seguidas à risca acabam prejudicando acima de tudo o lado mais fraco dessa situação, ou seja, o comprador. (LR)