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MARATONISTA – O prefeito Flávio Prandi Franco (DEM) lembrou os tempos em que José Carlos Guisso (PSDB) tragicamente falecido em novembro de 2001, assumiu o segundo mandato...

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08 de abril de 2018
Baleia Rossi, líder da bancada do PMDB na Câmara Federal, recebeu jalesenses anteontem, sexta-feira
MARATONISTA – O prefeito Flávio Prandi Franco (DEM) lembrou os tempos em que José Carlos Guisso (PSDB) tragicamente falecido em novembro de 2001, assumiu o segundo mandato. Segundo relato de assessores, Flá deixou a cidade na madrugada de segunda-feira, dia 2 de abril e passou três dias em São Paulo peregrinando pelas secretarias estaduais. Ainda de acordo com as mesmas fontes, o objetivo do prefeito foi passar o chapéu nos assuntos pendentes no governo Alckmin, que estava saindo, e se apresentar à equipe do vice Márcio França, que estava assumindo a titularidade.

PIT STOP- Segundo o vice-prefeito Garça, no meio desta correria toda em São Paulo, o prefeito, depois de dar expediente em Jales na 5ª feira, ainda esticou em Ribeirão Preto na sexta-feira, para um encontro com o deputado federal Baleia Rossi, líder do MDB na Câmara Federal. Acompanharam-no, além do vice-prefeito, o secretário municipal de Planejamento, engenheiro Niltinho Suetugo, também filiado ao Manda-Brasa, e Jarbas Zuri Junior, jalesense que mora em São Paulo e é membro da Comissão Executiva Estadual do MDB.

A PRAÇA É NOSSA – Garça contou à coluna que a presença de Niltinho, teve objetivos técnicos. Ou seja, apresentar ao deputado Baleia os detalhes do projeto de revitalização da Praça Dr. Euphly Jalles. O prefeito pediu ao deputado que viabilizasse os recursos junto ao governo federal.

RETA DE CHEGADA- Recém desfiliado do Partido Progressista (PP), do qual era presidente do Diretório Municipal, o empresário jalesense Luís Henrique Moreira, pré-candidato a deputado estadual, deixou todos os seus negócios para se dedicar à política na semana que passou. A LHBorr, que comercializa borracha natural, foi tocada por sua equipe e monitorada por ele a 600 quilômetros de distância, em São Paulo.

XADREZ – Conforme informou este jornal em matéria de capa na edição de 1º de abril, Luís Henrique tinha convites para ingressar no PSB, do governador Márcio França, no PRB, do ex-ministro Marcos Pereira, no PSL, do deputado federal Eduardo Bolsonaro, e até no PHS, do ex-secretário estadual de Turismo, Laércio Benko. Para espanto dele, na sexta-feira, LH recebeu um telefonema do deputado federal Sinval Malheiros, que colocou na linha o senador Álvaro Dias, presidenciável do “Podemos”. O prazo para mudar de partido terminava ontem, 7 de abril. Até o momento em que fechávamos esta coluna, ele ainda não havia se decidido.

VITRINE – Enquanto Luís Henrique gastava saliva em São Paulo, o delegado de polícia Edson Sakashita, também pré-candidato a deputado estadual pelo PHS, vai gastando sola de sapato nas horas de folga para ficar na vitrine.  Assim que decidiu encarar a urna eletrônica, ele fez visita de cortesia ao prefeito Flá e postou a foto em sua página no Facebook. Na última terça-feira, ele bateu ponto na reunião que a direção da Santa Casa programou, para dar explicações técnicas sobre o desligamento dos aparelhos de ar condicionado nos apartamentos dos pacientes do SUS.
 
ANJO DA GUARDA – Nesta fase de pré-campanha, o delegado Sakashita está tendo o apoio irrestrito de seu sogro, o empresário, advogado e viticultor Durvalino Gouveia, que sabe se mover muito bem nos bastidores da política. Nas aparições públicas, o sogro não desgruda do genro. 

COMANDO – Como um assunto puxa outro, a coluna foi informada de que Edson Sakashita tem a garantia da direção estadual do partido de que o PHS ficará sob o comando de pessoas de sua absoluta confiança. O nome do advogado Dario Chammas, primo de sua esposa Andréa, é o mais cotado para assumir a presidência da agremiação em Jales.

MEMÓRIA- Quando o então prefeito José Carlos Guisso pleiteou a instalação da Delegacia da Polícia Federal em Jales, em 2001, a Superintendência da corporação em São Paulo montou uma espécie de força-tarefa para trabalhar no projeto ao lado das lideranças locais. O time era composto por dois delegados, Jerry Antunes de Oliveira e Gilberto Tadeu, e o agente Celso D’Arc Brasil. Eles, ao lado de assessores do prefeito e membros do Fórum da Cidadania  percorreram as 44 cidades da região sensibilizando prefeitos, vereadores e empresários e pedindo a colaboração financeira  deles para que a delegacia da PF pudesse funcionar.

RECONHECIMENTO- Como não usavam salto alto e nem tiravam onda, os três federais fizeram bons amigos na cidade e ganharam o reconhecimento das autoridades e população. Tanto que, dias antes de voltarem para São Paulo, Jerry, Tadeu e D’Arc foram homenageados com um churrasco de despedida na Fazenda Sete Copas, do prefeito José Antônio Caparroz, que assumira o posto no lugar de Guisso, tragicamente falecido.

HORA DA SAUDADE - Pois bem, há 10 dias, portanto 17 anos depois, o delegado Jerry reapareceu em Jales a serviço da Corregedoria da PF, ao lado de mais dois delegados e um escrivão. Ele se reencontou com o engenheiro e empresário Toninho Cruz e o diretor deste jornal, que figuraram entre os parceiros dos federais na montagem da PF. Depois da missão em Jales, o delegado Jerry ocupou postos de comando, inclusive a Superintendência em Minas Gerais, e foi até adido da Polícia Federal junto à embaixada do Brasil na Espanha. Hoje, ele está baseado em Bauru. Valeu o reencontro!