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MAIS UMA VEZ a Igreja Católica aproveita o período da quaresma, como sempre faz, desde 1964, para ampliar as reflexões sobre temas relevantes para a sociedade ...

Contexto
18 de fevereiro de 2018
MAIS UMA VEZ
a Igreja Católica aproveita o período da quaresma, como sempre faz, desde 1964, para ampliar as reflexões sobre temas relevantes para a sociedade brasileira que se refletem no dia a dia de toda a população, onde não são poucos os problemas que precisam ser enfrentados com mudanças de posturas e assumindo compromissos para serem transformados em ações nas comunidades.
PODE PARECER
menos importante se discutir um tema como a violência em uma região onde a criminalidade ainda é bem menor do que nos grandes centros, embora por aqui também o número de assaltos e outros tipos de agressões não pare de aumentar, sendo que há alguns anos isso nem existia nas cidades menores do interior.
ACONTECE 
que a reflexão não para por aí, pois como afirma o bispo de Jales, Dom Reginaldo Andrietta, as pessoas não vivem a cultura da fraternidade o que faz com que se torne cada vez mais necessário que as reflexões sobre comportamentos se estendam para além das fronteiras do lar ou dos limites da comunidade.
A LÓGICA
do bispo é simples: as pessoas devem se despojar do egoísmo para poder ampliar sua consciência se envolvendo de modo mais responsável sobre as formas de se posicionar diante da sociedade como um todo, ou como ele diz, em matéria nesta edição, é preciso que as pessoas passem a pensar nas suas relações de classe.
ISSO,
como afirma o bispo, é condição para a paz, na medida em que se coloca como critérios a justiça e a fraternidade, procurando se distanciar cada vez mais dos resquícios dos períodos de escravidão e de domínio entre os povos.
COMO SE VÊ
existem muitos caminhos para que a paz seja alcançada, mas é preciso tempo para que se possam processar mudanças profundas no comportamento da sociedade e dos governos, com menos exploração econômica e menos desigualdades entre os povos. 
NESSE SENTIDO, 
a Campanha da Fraternidade vem como mais uma contribuição importante para colocar no centro da discussão a violência não só como coisa de bandido, mas de cada um de nós, dos mais humildes aos mais poderosos, na busca da paz pela reflexão. (Luiz Ramires)