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MAIS do que reunir grupos com ideias convergentes e dispostos a assumir ações que levem a uma divulgação e crescimento adequados para que possam desempenhar funções nos mais variados segmentos, a política, como diz o próprio termo em sua origem grega (politiká) é a arte de governar aquilo que é públ

Contexto
31 de março de 2019
MAIS
do que reunir grupos com ideias convergentes e dispostos a assumir ações que levem a uma divulgação e crescimento adequados para que possam desempenhar funções nos mais variados segmentos, a política, como diz o próprio termo em sua origem grega (politiká) é a arte de governar aquilo que é público, ou seja, o bem comum, em benefício de todos.

É CLARO
que agradar a todos é praticamente impossível, em função dos interesses e das necessidades individuais, mas a visão do todo quando bem administrada, acaba resultando no cumprimento do que qualquer político se propõe quando bem intencionado. 

MUITAS
vezes governantes pouco afeitos a críticas ou cobranças da população se esquivam em dar a cara para bater e procuram se refugiar em simples transmissão de informações de ações pontuais e de interesses de grupos específicos da população.

ESSA
visão macro que nem todos os políticos têm competência para entender e menos ainda para explicar cria situações complicadas ou de indiferença em relação aos feitos dos administradores que realmente trabalham em benefício da população, porque os que nada fazem ou pouco se empenham, automaticamente acabam no ridículo, afastando até os antigos aliados.

NO CASO
de Jales, essa preocupação em mostrar a que veio e o que está fazendo começa a tomar corpo com o prefeito Flávio Prandi Franco que não vacilou em aceitar convites para mostrar como as coisas estão indo na sua administração.

NESSES
encontros, como na Loja Maçônica Coronel Baltazar e no Lions Clube de Jales, com representantes das duas casas rotárias da cidade e de outros segmentos, ele não escondeu uma dose de satisfação em poder mostrar números, obras e planos, resultando em uma avaliação positiva da maioria dos presentes, não só pelos resultados apresentados, mas principalmente pelo despojamento e possibilidade de oferecer essa visão macro, contra as críticas, que não são poucas, pela própria situação do país.

NÃO ADIANTA
o prefeito assumir as dificuldades e avaliar como está pondo as contas em dia, buscando condições para pensar no longo prazo. É preciso disseminar esse conhecimento, para convencer ou não os que estão ouvindo, buscando apoio ou aparando arestas, permitindo que pelo menos parte da população saiba o que está acontecendo. Flá sabe disso, tanto que nessas ocasiões sempre gosta de afirmar: “já temos o que mostrar, vou onde for chamado”. (Luiz Ramires)