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Jalesenses no casamento real

por Fábio Fiorani
27 de maio de 2018
Na Rua Vaticano, ao lado da Justiça do Trabalho de Jales, há um poste bem em frente à uma vaga de estacionamento, como se pode ver na foto ao lado enviada por uma leitora.
Foi uma festa linda. O Príncipe Harry e a plebeia Meghan Markle se casaram dia 19 de maio deste ano de 2018. E a nossa cidade marcou presença no matrimonio real. Meu amigo Claudio Marques, o decano dos garçons jalesenses, foi contratado para integrar a equipe que serviu o almoço oferecido pela rainha Elizabeth II aos noivos. Foram 600 convidados escolhidos a dedo e um cardápio variado que incluía fricassê de frango e risoto de ervilha e hortelã e canapés variados: lagostins escoceses enrolados em salmão defumado com citrus crème fraiche, aspargos com presunto Cumbrian, panacota de ervilha com ovos de codorna e erva lúcia-lima, entre outros.  Acompanhados de champanhe Pol Roger Brut Réserve Non Vintage. Mas parece que o que realmente fez sucesso foi a sugestão do Cláudio. Ele teria improvisado uma churrasqueira com tijolos no chão e assado costela no bafo e teria servido caipirinha de cachaça 51 aos convidados. Antes da rainha chegar, claro. Háháhá. Há quem diga que o próprio príncipe Harry aprovou o cardápio do Cláudio e prometeu vir à Jales com a esposa Meghan para participar do próximo Esquenta Facip na chácara do Deva Rossafa. Será que vem? Aliás, o Cláudio prometeu uma foto comprobatória para a semana que vem. Vixi! Aguardemos.
Quem chegou à Inglaterra uma semana antes do casamento real foi o também jalesense José Carlos Guimarães, o famoso Severé, uma lenda da pintura de residências em nossa cidade. Parece que quem indicou o Severé teria sido o meu amigo andarilho bebum, aquele que sabe de tudo, mas não prova nada. Severé foi pintar o quarto onde os noivos passaram a noite de núpcias. E para não errar  ele sugeriu ao príncipe pintar o teto de branco neve e as paredes de branco gelo. Um clássico. Háháhá. O Severé me garantiu que bebeu duas garrafas de Pol Roger Brut Réserve Non Vintage, mas não gostou, tanto que a primeira coisa que fez ao retornar à Jales foi visitar a Padaria Doçula e beber uma “maria mole”, tradicional bebida que mistura conhaque com Martini. Háháhá. 
Se contar ninguém acredita. Se contar na Suíça, claro. Na Rua Vaticano, ao lado da Justiça do Trabalho de Jales, há um poste bem em frente à uma vaga de estacionamento, como se pode ver na foto ao lado enviada por uma leitora. Até aí seria cômico se não fosse trágico, mas a coisa é pior. A vaga bloqueada pelo poste é uma vaga para idosos. A vantagem é que aquela vaga pode se tornar um tipo de fisioterapia para os idosos. Um idoso que estacionar ali pelo menos três vezes por semana fará tantas manobras com seu carro que em muito pouco tempo se notará um aumento da força muscular, melhoras na coordenação motora e no equilíbrio, enfim, uma grande salto na qualidade de vida dos idosos jalesenses. Háháhá. Só rindo para não chorar. Háháhá. 
E hoje, sexta-feira, 25, continua a greve dos caminhoneiros. E é melhor o governo resolver isso logo por que senão vai acabar acontecendo uma tragédia, ou seja, vai faltar cerveja. Sem combustíveis a gente se vira, mas sem cerveja a coisa fica feia.  Háháhá.
Por hoje é só. Tchau! 

Fábio Fiorani 
(é coordenador pedagógico do CCAA de Jales e Fernandópolis)