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Jalesense Dejanira guarda com carinho camisa que ganhou do zagueiro Juninho, da Copa de 1982

por Luiz Ramires
17 de junho de 2018
Dejanira exibe com orgulho a camisa que ganhou de Juninho, um dos 22 convocados por Telê Santana na lendária equipe de 82
Há 36 anos o Brasil só não foi para a semifinal da Copa do Mundo na Espanha porque perdeu para a Itália, a grande campeã daquela competição, quando a Alemanha foi a vice-campeã.
Um dos craques da Seleção Brasileira de 1982 foi Juninho Fonseca que nasceu em Olímpia, em 29 de agosto de 1958 começou sua carreira na Ponte Preta e depois passou por outros grandes clubes, inclusive o Corinthians, onde jogava quando foi convocado pelo técnico Telê Santana para a Copa do Mundo de 1982, na Espanha. 
A jalesense Dejanira Belo Rugai, professora aposentada e ex-jogadora de basquete com suas irmãs, estava em Olímpia quando ganhou de presente do próprio Juninho a camisa que ele usou naquela Copa. 
Ela conta que Juninho era sobrinho de seu falecido marido Albano Rugai Júnior, que era olimpiense. A camisa foi um presente do craque que também a presenteou com uma foto da Seleção Brasileira autografada por todos os jogadores, entre os quais Sócrates, Zico, Falcão, Toninho Cerezo, Oscar, Júnior. Embora não tivesse sido campeã, a Seleção de 82 foi considerada uma das melhores da história dos campeonatos mundiais.  Dejanira lembra que os pais de Juninho, Zenaide Rugai Fonseca e Nenê Fonseca também gostavam muito de futebol. Tanto que cuidavam do time infantil de Olímpia onde ele era o técnico. Ela se recorda que esse envolvimento era muito grande e que eles simplesmente respiravam futebol.
Dejanira afirma que jogava basquete com as irmãs, nos tempos dos técnicos Marino Manela e Roberto Rollemberg, mas sempre gostou de futebol, tanto que até hoje, sempre que pode assiste jogos pela televisão.

GEOGRAFIA
As Copas do Mundo para Dejanira, tem um sentido muito especial, pois como professora de Geografia, ela sempre usou material dos países participantes dos jogos para ilustrar suas aulas. “Sempre foi um tema muito rico para ser trabalhado com os alunos”, afirma.
Hoje, a situação é bem diferente, o futebol evoluiu muito e a política também acaba interferindo, de forma positiva ou negativa, mas sempre interferindo, como afirma Dejanira, lembrando que o mais importante é conservar esse sentido de cidadania e patriotismo que acompanha cada Copa.