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Impeachment do Bolsonaro

por Fábio Fiorani
31 de março de 2019
Chega de Bolsonaro. Tem Bolsonaro demais na família. Cada dia um filho faz ou diz ou publica uma bobagem. Está na hora de unirmos forças e pedir: “Fora Bolsonaro”. Háháhá. Ele já ganhou pontos no céu para a vida toda. Tem lugar reservado no paraíso por ter livrado nosso país daquela praga que nos consumia, o petismo. Agora está na hora de deixar nas mãos do vice Hamilton Mourão. Aliás, político pode ser tudo, menos burro. Por isso ninguém sequer cogita o impeachment do Bolsonaro. Sabem que com a saída dele o Mourão assumiria e o caldo engrossaria. Háháhá. 
Aliás, o meu amigo andarilho bebum, aquele que sabe de tudo, mas não prova nada, me contou que deve rolar o pescoço de um vereador na nossa cidade muito em breve. Será? Esse cachaceiro é bem informado. Pode ser que seja verdade. Só não consigo pensar num nome. 
Agora eu entendi porque um protocolo meu para demarcação de faixa de embarque/desembarque de alunos aqui na frente do CCAA está na lista de espera. A pintura das guias para o Jales Rodeio Show, antiga Facip, é prioridade. E a cidade fica mais bonita mesmo. Mas tomara que sobre tinta. Háháhá. Apesar de que eu pagaria a tinta com muito prazer. E até o dia do funcionário. 
E a Páscoa está chegando. Alguns anos atrás a gente distribuía ovos de Páscoa dos grandes. Alpino. Háháhá. Agora estamos quase no Dadinho. E um abraço. Háháhá. 
E a grande discussão na mídia é: “ O que é ‘articulação política’ no Congresso Nacional”? Há algum tempo atrás, na era Lula, a gente já sabe. Era o tal “toma-lá-dá-cá”. Ou seja, as coisas só andavam na base da corrupção. Do dinheiro. Porém, essas negociações de coalisões e apoio político não precisam necessariamente envolver corrupção. Aí pecou Bolsonaro. Talvez traumatizado com a “era PT”. Háháhá. Articulação no bom sentido é o que faz nosso vice-prefeito, o afamado Garça, que não perde uma oportunidade de levar qualquer político que possa ajudar nossa cidade para socializar nas nababescas festas em sua chácara. Como diria um amigo meu, os caras saem de lá “amaciados” depois das faraônicas noitadas. Háháhá. Grande Garça!
Dia desses o programa Cidade Alerta, da TV Record, mostrou reportagem policial sobre um marginal de apelido Caolho. E a chamada no vídeo foi impagável: “Caolho: Ele só enxerga o crime”. Háháhá. Não é brincadeira. 
Quando as cortinas do show da política se fecham, a coisa pode ser melancólica. Vejam o caso do ex-governador Geraldo Alckmin. Amanhã, 1º de abril, ele estreia como contratado da TV Gazeta, no programa “Todo Seu”, apresentado pelo matusalênico Ronnie Von. O ex-governador, que é médico, vai dar dicas sobre saúde e práticas saudáveis. Um fim de carreira como esse só não é pior do que estar preso em Curitiba sem poder beber. Háháhá.
Por hoje é só. Tchau!

Fábio Fiorani 
(é coordenador pedagógico do CCAA de Jales)