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GUERRILHA – Porque duas propostas, uma da Gauri Eventos, de São Paulo, e outra da BVLX, de Jales, não tinham sido aceitas anteriormente pelos cooperados da Unimed, a compra do recinto da Facip , concretizada em assembleia realizada no dia 10 de janeiro

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21 de janeiro de 2018
Por pouco, o craque William, do Palmeiras, não se tornou sócio do grupo que comprou o recinto da Facip
GUERRILHA – Porque duas propostas, uma da Gauri Eventos, de São Paulo, e outra da BVLX, de Jales, não tinham sido aceitas anteriormente pelos cooperados da Unimed, a compra do recinto da  Facip , concretizada em assembleia realizada no dia 10 de janeiro, adquiriu contornos de filmes de suspense. Embora o presidente Mário Okanobo já tivesse antecipado à coluna que haveria concorrentes, os momentos que antecederam a entrega dos envelopes com as propostas foram  de tirar o fôlego..

PULO DO GATO – Intermediário do grupo comprador, de Santa Fé do Sul/Aparecida do Taboado, o advogado jalesense José Luís Nunes ficou o tempo todo em seu carro esperando chegar a hora H, com dois envelopes em mãos . Quando percebeu  a presença de Irineu Amadeu, homem de negócios com elevado  patrimônio e poder de fogo, parceiro de Osvaldo Costa Junior, o Bixiga, dono da BX Eventos, o advogado  protocolou o envelope com a proposta de maior valor, de R$ 3 milhões e 269 mil à vista,já na presença do empresário Juninho Zocaratto, representante dos outros dois sócios , os também empresários Márcio Caldeira e Fabrício Lalucci.

NA BOCA DO GOL – A coluna também apurou que o jogador William, do Palmeiras, cuja esposa é de Santa Fé do Sul, consultado por um emissário de Juninho,  achou a compra da Facip um bom negócio e sinalizou que topava se tornar sócio na aquisição do imóvel. Mas, não deu tempo. Os três compradores já tinham se acertado. Para quem não se lembra, William é de Urânia, chegou a jogar pela equipe da Apafuj de Jales e depois decolou no futebol profissional. Antes do Palmeiras, passou pelo Corinthians e Cruzeiro. 

NEGÓCIO NA CHINA- O economista jalesense Reginaldo Teiji Gamba, sócio de uma operadora de câmbio no Rio de Janeiro, com filial recentemente instalada em São José do Rio Preto, começa a mobilizar a região  para formar uma comitiva rumo à China para prospecção de negócios.

CAMINHO DAS PEDRAS-O objetivo da empresa de Teiji é levar  os empresários interessados em conhecer a Canton Fair,  a maior feira de negócios do mundo que acontece na China , na cidade de Guangzhou, desde o ano de 1957. A feira acontece duas vezes ao ano, em abril e outubro, e cada edição é dividida em três fases. Em cada edição acontece mais de  35 bilhões de dólares. A feira conta com um espaço de mais de 1 milhão de metros quadrados e mais de 55 mil fornecedores.

WORKSHOP- Em e-mail enviado à redação, Marco Prandi, amigo de infância e parceiro de Teiji em Rio Preto, informa que todas as informações sobre a Canton Fair poderão ser obtidas durante workshop gratuito no próximo dia 31, às 19 horas e 30 minutos no auditório da CIESP.  O workshop vai abordar temas como facilidades na importação, planilha de custos, busca de fornecedores na China e controle de qualidade. Outras informações pelos fones (017) 4142-4001 e (o17) 334- 6480. 

TEMPO QUENTE- Amanhã, dia 22 de janeiro, o Poder Judiciário volta a funcionar regularmente. Na comarca de Jales, o bicho vai pegar. O Ministério Público entrou com representação contra o vereador Luís Henrique Viotto, o Macetão (PP), sob a acusação de dano ao erário público ao tempo em que presidiu a Câmara Municipal no ano de 2012. O promotor Horival Marques Junior, da 2ª Promotoria, integrante do núcleo regional do Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado), acusa Macetão de envolvimento com uma organização criminosa liderada pelo vereador  Daniel Palmeira, de Catanduva. O promotor diz em sua representação que Macetão teria fraudado a licitação e levado vantagem indevida na compra de um arquivo no valor de R$ 54 mil, os quais, com o aditamento feito, custou R$ 67 mil. 

TRAVESSEIRO- Notificado na última quarta-feira, dia 17 de janeiro, pelo juiz Alexandre Kiataqui, da 2ª Vara, Macetão não parece preocupado. Em visita à redação do Jornal de Jales para fazer uma varredura nos arquivos de 2012 com o objetivo de provar sua inocência, ele afirmou que tem o maior respeito pelo Ministério Público, mas não está perdendo o sono por causa  da representação. Ele contratou para defendê-lo o advogado jalesense Carlos Eduardo Gomes Callado Moraes,  sócio de escritório que atua na área político-administrativa.  

TRANQUILEX- Macetão diz que está tranquilo por dois motivos: 1º) garante que não cometeu nenhuma ilicitude; 2º) o conhecimento de causa de seu advogado, conhecido pelos jalesenses, desde criança, pelo apelido familiar de Cadinho.