domingo 05 abril 2020
Polícia

Gerente de funerária vive momentos de terror sob a mira de revólver

Eram 10 horas e 45 minutos de um tranquilo sábado, 1º de fevereiro, quando Carlos José Maschio, 52 anos, gerente regional da empresa funerária Rosa Mística, viveu instantes de terror em seu local de trabalho. 
Em plena luz do dia, em uma rua movimentada, a 3, a 100 metros da Santa Casa de Jales, “Carlão” foi surpreendido pela chegada de um rapaz de calça comprida, blusa de moletom cinza e boné.
De revólver em punho, ele anunciou o assalto e, na sequência, amarrou o gerente com as mãos para trás e tirou R$ 403,00 da gaveta. Mas, o pior ainda estava por vir.
Quando saía, o assaltante abriu uma porta e, ao se deparar com um cofre, tentou obrigar a vítima a abri-lo.  “Carlão” tentou explicar    que não tinha a senha, mas que, se estivesse com as mãos livres, abriria o cofre com a chave.  O meliante ficou enfurecido e, ameaçando matá-lo, atingiu-o com uma coronhada na cabeça. 
Antes de se evadir do local, o assaltante ainda fez ameaças de morte ao gerente da empresa mantendo-o com as mãos amarradas. 
Ouvido pelo Jornal de Jales, o gerente da Rosa Mística, ainda sob o impacto da violenta cena, admitiu que viveu os piores momentos de sua vida e que, nos dias posteriores, agradeceu muito a Deus por ter conseguido sair vivo do triste episódio. 
A ocorrência foi registrada na Central de Polícia Judiciária de Jales. A polícia passou a semana tentando identificar o indivíduo através das câmeras de monitoramento de empresas situadas na mesma rua.  Como o assaltante usava boné, os investigadores estavam com alguma dificuldade para descobrir de quem se tratava.  
Para a vítima do assalto, a recomendação é a de que, dependendo do ramo do negócio, os empresários mantenham seguranças em seus estabelecimentos, além de câmeras de monitoramento.  

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