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GEISA GUISSO DOHO

(foto), jalesense que mora em São Paulo, onde trabalha como fisioterapeuta,aniversaria dia 9, quinta-feira.
06 de fevereiro de 2012

 

GEISA GUISSO DOHO
(foto), jalesense que mora em São Paulo, onde trabalha como fisioterapeuta,aniversaria dia 9, quinta-feira. 
 
LUÍS JOSÉ FERNANDES ALVES,
da Évora Turismo, prepara um pós-carnaval em alto estilo. Através do free-lancer Dautinho, a Évora está reunindo grupo que gosta de teatro para assistir ao mais badalado espetáculo  da temporada paulistana —o musical Cabaret, com Cláudia Raia, no Teatro Procópio Ferreira, dia 24, às 21 horas. A saída está programada para o dia 23, às 23 horas, e o retorno no dia 25, às 11 horas. No final do ano passado, a Évora lotou dois ônibus de clientes para assistirem ao Cirque du Soleil. 
 
CLÁUDIA E OSWALDO SOLER JUNIOR
transferiram residência para São José do Rio Preto. Eles se mudaram definitivamente para aquela cidade na ultima segunda-feira, dia 30. A mudança tem razões de logística. Em Rio Preto, Junior fica melhor localizado para tocar os negócios da Instituição Soler de Ensino, especializada em concursos públicos, que atua em todas as regiões do Estado. Em Jales, a batuta fica nas mãos do filho Oswaldo Soler Neto.
 
SILVANA GANDUR PIGARI E ELVO PIGARI JUNIOR
fizeram pit-stop em Jales, no início da semana. Eles estão radicados há alguns anos em Roraima. Elvo é juiz de direito em Boa Vista, capital do Estado. Depois de atuar como Procuradora Geral da Prefeitura de Boa Vista, Silvana está retomando suas atividades como advogada. Vitória,a filha primogênita, é estudante de medicina na Unesp-Botucatu. Virgínia, a caçula, aluna do Ensino Médio, prepara-se para passar seis meses na Alemanha. Em Jales, residem a professora Wanda, mãe dela, e a sra. Cacilda, mãe dele.
 
LUIZ HENRIQUE LEITE NOGUEIRA,
gerente médico do AME, é cirurgião gastro, mas não teria dificuldade em ganhar a vida  como cronista. A série “Memórias de um jaleco branco”, que vem sendo publicada em seu blog, é show de bola. O competente profissional da medicina consegue alinhavar, em capítulos, reminiscências de infância, adolescência e juventude, contextualizando-as com fatos históricos daquele período da vida brasileira. A descrição que ele faz do show do então iniciante Roberto Carlos, na Associação Nipo-Jalesense, que funcionava na Rua 9, no final dos anos 60, é imperdível. Em um dos textos, Luiz Henrique rende homenagem a dois professores que marcaram sua adolescência —José Cláudio Christophe, de História, que mora em Jales, e Edson Violin, de judô.