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EXISTEM situações em que as aparências enganam e por mais cuidados que se tome sempre ficam resquícios ...

Contexto
11 de março de 2018
EXISTEM
situações em que as aparências enganam e por mais cuidados que se tome sempre ficam resquícios, muitas vezes até em grandes quantidades sem motivar as pessoas a tomarem providências para se evitar problemas, de difícil solução.

QUANDO
se trata de dengue, parece até absurdo o volume de campanhas e advertências redundantes acerca dos cuidados necessários para amenizar um problema que a cada ano atinge milhares de pessoas em quase todo o país.

OS PROFISSIONAIS
da Vigilância Sanitária vivem advertindo sobre essa eterna ameaça, mesmo porque depois de um período praticamente sem casos registrados, o sinal vermelho volta a ser acionado com força total diante da ameaça realmente alarmante sobre o que pode acontecer nos próximos meses.

PELO
volume de larvas encontradas nesse período de chuvas dá para se prever mais uma daquelas epidemias de levar muita gente para a cama e mesmo para os hospitais, sem contar os riscos sempre presentes de óbitos.

UM DOS
fatores mais preocupantes nessa questão é a falta de sensibilidade de muitos donos de terrenos que pelo fato de não morarem nos mesmos, simplesmente abandonam essas áreas onde o mato cresce, junto não apenas com as larvas do mosquito transmissor da dengue mas com muitos outros insetos e animais peçonhentos perigosos para a saúde da vizinhança.

O PODER
público está atento a essa situação, tanto que já notificou mais de 200 desses donos de terrenos para que cuidem das suas propriedades urbanas, cortando o mato e cumprindo com outras obrigações, como a construção de calçadas e de muretas na frente dessas áreas.

CERTAMENTE
algum resultado deverá ser notado nos próximos meses, sendo que nada disso seria necessário se todos se preocupassem com a saúde do seu semelhante deixando as áreas urbanas não construídas em situação menos favorável ao aedes aegypti e seus comparsas. (Luis Ramires)