sexta 05 junho 2020
Manchete

Especial dia dos namorados

Especial dia dos namorados

Unidos pela música chegaram ao altar

 por Rafael Honorato 

A música tem o poder de acalmar, estimular a memória e até mesmo aliviar dores, mas o que poucos sabem é que ela também é capaz de unir pessoas, ou mais propriamente dito, os casais. Como é o caso de Leonardo Marques Ferreira e Daiane Paixão Ribeiro, que se não fosse a música presente em suas vidas, seus destinos teriam tomado rumos diferentes. 

O casal se conheceu ainda muito jovem. Daiane estava na pré-adolescência. Leonardo era um pouco mais velho. A garota queria aprender a tocar violino e quando começou os ensinamentos do instrumento, na igreja que frequentava, encontrou aquele que viria a ser seu futuro esposo. 
Ambos moravam próximos, mas nunca tinham tido muito contato. Isso mudou quando Leonardo, que já tocava há dois anos o instrumento, começou a auxiliar Daiane nas aulas, surgindo daí uma grande amizade. O tempo passou e inevitavelmente, o amor aconteceu. Quando perceberam, já estavam completamente apaixonados. O namoro começou em novembro de 2008. Foram 6 meses de relacionamento escondido, até que a verdade veio à tona: Leonardo e Daiane estavam namorando. 
Após 4 anos decidiram dar um passo a mais na relaçãoe, no dia 18 de novembro de 2012, tornaram-se noivos, união que seria oficializada daí a 2 anos, quando em 22 de novembro de 2014 se tornaram oficialmente marido e mulher. Curiosamente, só após o casamento, descobriram que, no dia da celebração, era comemorado o Dia Nacional do Músico.
Ambos tocam violino na Orquestra Sinfônica de Jales. A música foi e continua sendo crucial no relacionamento do casal, servindo para uni-los ainda mais. 
Daiane mandou um recado a Léo, dizendo que cada momento ao seu lado foi e continua sendo muito especial e que eles serão eternos namorados. O rapaz, emocionado, respondeu: “Eu sempre soube, desde o inicio, que existia algo especial entre nós. De todas as coisas que me aconteceram na vida, conhecer a Daiane foi a melhor delas”
 
 
Depois de 30 anos, reencontro e final feliz
 
A história de Clodoaldo Gallo e Sônia Regonha serviria facilmente de roteiro para um filme ou de inspiração para um livro de romance. Nela tem encontros, desencontros, sorrisos, tristezas, mas no final, assim como nas produções cinematográficas de sucesso, tudo dá certo. 
Eles se conheceram quando Sônia tinha 6 anos e Clodoaldo, 14. Ele diz se lembrar dela desde essa época. Já ela diz não se recordar tão bem dele. Sempre frequentaram a mesma igreja, moravam perto, mas durante a infância e adolescência, em momento algum pensaram em ter algum envolvimento amoroso. 
Com o tempo passando, Clodoaldo se mudou para Mato Grosso em busca de melhores condições, onde ficou por 5 anos. Após esse tempo, voltou para a terra natal. Posteriormente, já com 27 anos, foi para São Paulo, permanecendo lá por 25 anos. Enquanto isso, Sônia continuava em Jales seguindo sua vida. 
Ambos tomavam rumos distintos, até que surge o Orkut e depois o Facebook, ferramentas quemudariam a vida do casal para sempre. Encontraram-sena rede social e se “adicionaram”. Começava uma amizade virtual, sem segundas intenções, que duraria cerca de 5 anos, até que o grande pedido foi feito por ele: “Quer namorar comigo?”.
Foram 3 meses de namoro sem se verem pessoalmente, até que Clodoaldo, depois de 30 anos, veio reencontrar Sônia. Ele vinha para Jales quando possível e ela também ia a São Paulo vê-lo, rotinaque durou cerca de um ano, até que o casamento foi marcado e, no dia 3 de janeiro de 2015, ele, com 50 anos e ela com 43, tornaram-se oficialmente marido e mulher.
Quem poderia imaginar que aquelas duas crianças, depois de três décadas sem se verem, viriam a se tornar um casal?
“Deus escreveu nossa história assim”, disse Sônia, olhando nos olhos de Clodoaldo que abraçou-a fortemente. 
 
 
 
Pelas redes sociais, paixão e casamento 
  por Josiane Bomfim
 
Tem almas gêmeas que se encontram e rapidamente começam uma linda história de amor. Foi o que aconteceu com Suelen Rodrigues Santana e Vinícius Neves Coqui da Silva, que dividiram a sua história conosco. 
Eles se viram pela primeira vez em agosto de 2014, em Fernandópolis, numa festa chamada Bemdita Cervejada.  Suelen se encantou pelo sorriso dele, mas naquela noite não se falaram. 
Passado um dia, Suelen resolveu entrar no site do evento e começou a olhar as fotos na esperança de encontrar Vinicius. Ela conseguiu achá-lo. Um amigo dele o havia marcado  em seu perfil  particular de uma rede social. 
Rapidamente Suelen entrou em seu Facebook, mas por medo e insegurança não teve coragem de enviar uma solicitação de amizade.  
O que Suelen não imaginava é que Vinicius também gostou dela desde o primeiro momento e, após alguns minutos, chega uma solicitação de amizade de Vinicius para Suelen. 
Começaram então a se comunicar via internet por duas semanas e, então marcaram o primeiro encontro. A afinidade do casal foi tão grande que, após dois meses, começou o namoro. 
Em dezembro do ano passado, mais precisamente no Natal, resolveram aprofundar um pouco mais a relação e noivaram. Detalhe: foi Suelen que pediu a mão de Vinicius. 
O casamento aconteceu em maio deste ano, mês em que Sandra Regina Rodrigues Santana, mãe de Suelen, aniversaria. 
Suelen é sempre questionada por ter vivido um relacionamento curto em que deram um passo muito importante na vida a dois e que isso foi sorte de ambos. Sorrindo e com muito bom humor ela sempre responde: “Não é sorte, é merecimento que ambos temos, um completa o outro”. 
As fotos do casamento de Vinicius e Suelen, que emocionaram a todos foram registradas pelo fotógrafo Mardonio Lima, e podem ser vistas na página 5 do caderno 2.
 
 
 

 

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