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ESCOLA MARIA OLYMPIA

Trabalho para chegar ao topo não começou agora
16 de setembro de 2018
Cúpula da Escola Maria Olympia: diretora Eliana Márcia Magri de Souza com a coordenadora pedagógica Keli Rejane Serra Lopes Perfetto
Como os alunos do 5º ano da Escola Municipal Maria Olympia Braga Sobrinho conseguiram somar 8,7 pontos no IDEB (Índice de Desenvolvimento da Educação Básica) do Ministério da Educação e classificar a escola como a melhor do Estado de São Paulo entre as que oferecem ensino municipalizado é o que muita gente pergunta.
Quem acompanha o trabalho da direção, coordenação, professores e colaboradores daquela escola sabe que não é de hoje que esse desempenho altamente satisfatório contribui para colocar a mesma entre as melhores nessa avaliação.   
Nos últimos 10 anos, a escola tem desfrutado de algumas avaliações bastante positivas, que foram crescendo, a cada dois anos quando é feito o levantamento. Assim, de 7,2, em 2007, passou para 7,8 em 2009, 7,9 em 2011, 8,1 em 2013 e 2015 e 8,7 em 2017.

AÇÕES
A diretora Eliana Márcia Magri de Souza afirma que essa avaliação se deve a um conjunto de fatores onde se destaca o trabalho intenso dos professores que não medem esforços para que a aprendizagem de todos os alunos aconteça, contando para isso com o comprometimento de toda a equipe escolar, na busca por um ensino de qualidade, através da formação continuada dos gestores, professores e funcionários.
Outro fator importante, segundo a diretora, é a efetiva participação dos pais e da comunidade escolar nos processos consultivos e decisórios, através do Conselho de Escola, Conselho de Ano, Associação de Pais e Mestres e Grêmio Estudantil. As decisões importantes, como afirmou, são tomadas em comum acordo entre comunidade escolar, gestores, alunos e professores, sempre buscando a qualidade do ensino.
AVALIAÇÕES
A equipe pedagógica faz um acompanhamento através de avaliações internas para constatar se os alunos estão de fato atingindo os objetivos pretendidos, o que permite a retomada dos conteúdos quando necessário através de novas estratégias e metodologias, como destacou a coordenadora pedagógica Keli Rejane Serra Lopes Perfetto.
A escola também se preocupa com as dificuldades de aprendizagem que quando são diagnosticadas o professor faz um trabalho individualizado com o aluno, com recuperação na sala de aula.  Há ainda o Projeto de Reforço e Recuperação oferecido pela escola no período adverso às aulas para os alunos que não conseguem desenvolver as habilidades pretendidas para o bimestre.
A tudo isso se somam outros fatores importantes, como a disciplina e a organização da escola, o trabalho coletivo aliado à pouca rotatividade de professores, o material pedagógico de qualidade e o apoio da Secretaria Municipal de Educação, através da equipe de Supervisão e Coordenação Pedagógica.
O desafio agora é manter esse índice, buscando junto às políticas públicas a valorização do profissional da educação, a ampliação da parceria com a comunidade escolar, investimentos na formação continuada, discussão para colocar em prática a nova base comum curricular, com novos conhecimentos na área educacional, como afirmou a diretora.