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Então é Natal!

Então é Natal! Que tal Planejá-lo?
19 de dezembro de 2013

O mês de janeiro de cada ano é um dos meses mais complicados para nossas finanças. Nele se concentra o fluxo de pagamento de muitas despesas.

Os que não forem previdentes terão a desagradável experiência de começar mal o ano, do ponto de vista financeiro.

E isso não está nos planos de ninguém, acredito.

Ainda dá tempo de você se planejar e reduzir o impacto nas contas a pagar em janeiro de 2011. Abaixo, algumas dicas.

Faça uma lista das pessoas que você quer presentear e monte um orçamento com o valor disponível para esses presentes.

Seja criativo. Surpreenda.

A alegria e o prazer estão no ato de dar e de receber o presente. E não no preço.

Compre à vista e negocie descontos. Opte pelo cartão de crédito, apenas quando o parcelamento for sem juros. Veja se as parcelas cabem no seu orçamento mensal de 2014 para pagamento à vista.

Os juros cobrados pelas administradoras de cartões de crédito são os mais altos do mercado. Em janeiro, evite parcelar o pagamento da fatura!

A ceia natalina é um dos pontos altos do Natal. Só que os produtos importados, como as castanhas, estão sempre caros nesta época. A dica, nesse caso, é não deixar o supermercado para a última hora. Exceto no caso de frutas e outros produtos perecíveis, as compras para as festas de Natal e ano novo devem ser feitas com antecedência.

Quanto ao 13º Salário, ele será, provavelmente, sua única receita extra do mês de dezembro. Seja cauteloso e não saia gastando impulsivamente. Essa é sua melhor fonte de recursos para financiar as despesas, também extraordinárias, realizadas nesse período do ano.

Lembre-se que no início do ano você terá algumas obrigações a cumprir como o IPVA, IPTU, matrícula da escola dos filhos, material escolar, as compras de Natal, as despesas do final de ano, tudo de uma vez só!

Não há orçamento que resista. Nem entre os mais conservadores, se não houve muito controle na hora de gastar. Caso esteja com certa dificuldade, o melhor é parcelar o IPVA e o IPTU. Você estará abrindo mão de um desconto, mas não está pagando juros.

Caso esteja em férias, faça com que as lembranças deste período sejam apenas alegres e divertidas. Se não foi desta vez, lição aprendida para as do próximo ano.

Calcule o valor necessário (R$ 3.000, por exemplo) e divida por 12 (simplificando): R$ 250 por mês vai para a poupança e as próximas férias estão garantidas.

Outra estratégia para custear as férias pode ser a "venda" de 10 dos 30 dias aos quais você tem direito -20 dias de descanso merecido e 10 dias em dinheiro.

Lembre-se de que nesse mês você recebe um terço a mais no salário. É para gozar as férias, entendido? Você e sua família merecem.

E quanto ao cartão de crédito, não o veja como seu maior inimigo apenas no momento de quitá-lo. A fatura do cartão é apenas o resultado de tantos momentos de alegria. Quando janeiro chegar, pague essa conta em primeiro lugar. E continue apenas com as lembranças boas de tudo o que foi vivido.

Se não houver caixa suficiente para pagar à vista, não caia na armadilha de usar o limite do cheque especial, segundo lugar na lista dos vilões de nossas finanças.

Solicite empréstimo parcelado no seu banco para financiar com juros muito mais razoáveis as compras (e os excessos) do final do ano.

É isso!

Flávio Oliveira
(16) 9167-2414
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