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ENQUANTO todos se preocupam com o coronavirus que ainda está muito longe daqui, outra ameaça muito mais próxima se repete, como acontece todo verão, no país inteiro, se tornando cada vez mais necessária a advertência e a divulgação...

Contexto
09 de fevereiro de 2020
ENQUANTO
todos se preocupam com o coronavirus que ainda está muito longe daqui, outra ameaça muito mais próxima se repete, como acontece todo verão, no país inteiro, se tornando cada vez mais necessária a advertência e a divulgação de formas de se combater o danado do mosquito que a qualquer momento pode causar uma epidemia de dengue. 
 
OUTRAS 
cidades estão em situação muito pior, como Votuporanga, com 1.206 casos positivos em janeiro, enquanto Jales registrou apenas 11, mas a ameaça de acontecer uma explosão da doença, em apenas alguns dias, como já houve em outros anos é uma questão que precisa ser levada em conta, com maiores preocupações para evitar a proliferação dos focos do aedes aegypti.  

AS PROVIDÊNCIAS
vem sendo tomadas pela equipe da Vigilância Sanitária, inclusive com um trabalho permanente de divulgação dos riscos de se descambar para uma nova epidemia, mas a população precisa ficar sempre mais atenta.

MUITO
se reclamou contra a falta de inseticida para pulverização dos locais afetados, mas todos sabem que isso não resolve, pois só mata o mosquito, não elimina os criadouros e o pior: pode levar parte da população a se despreocupar achando que o problema acaba simplesmente com o veneno que volta a ser aplicado. 

ALÉM DISSO,
a preocupação com a aplicação de inseticida se justifica, principalmente pelas famílias com crianças ou com quem tem problemas de saúde, como respiratórios ou outros que expostos à pulverização podem se agravar e que devem ser avisadas para se retirarem antes das aplicações.

É BOM 
lembrar que no ano passado, Jales registrou nada menos do que 2.449 casos positivos que somados aos não registrados certamente equivaleriam a quase 10% da população, o que dá bem a ideia da dimensão do problema.

ASSIM,
mais uma vez não custa lembrar as precauções que devem ser permanentes e as formas de prevenção que todos conhecem, pois quando se trata de saúde pública, todo cuidado é pouco. (LR)