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EM UMA região onde o clima chega facilmente aos 30 graus o ano todo e atingindo até 40 graus em vários períodos, nunca é demais lembrar que a preocupação com todas as formas de buscar alternativas que amenizem essa situação sempre é válida.

Contexto
30 de junho de 2019
EM UMA 
região onde o clima chega facilmente aos 30 graus o ano todo e atingindo até 40 graus em vários períodos, nunca é demais lembrar que a preocupação com todas as formas de buscar alternativas que amenizem essa situação sempre é válida.

DURANTE
o mês do meio ambiente são muitas as ações desenvolvidas principalmente nas escolas, onde se procura, desde cedo, mostrar para as crianças que não podemos continuar simplesmente ignorando que o aquecimento global também acontece por essas partes, tanto pelo desmatamento quanto pela poluição e outros fatores, não muito diferentes dos verificados nos grandes centros.

NA NOSSA
edição do dia 9 de junho comentamos as ações desenvolvidas pela Sabesp durante 15 dias, que incluíram soltura de alevinos com a participação de alunos da Escola Ferreira Prado na nascente do Córrego do Marimbondo, quando os estudantes também comentaram a degradação dos rios e córregos pelo despejo de materiais poluentes que acabam com a fauna e a flora desses locais.

AS AÇÕES
terminaram com a participação da Diretoria de Ensino com o encerramento do concurso de frases e desenhos, no dia 14 de junho, na Escola Juvenal Giraldeli, onde duas alunas foram as vencedoras e os alunos puderam mostrar trabalhos que tiveram como tema as fontes de energia tradicionais e renováveis.

O GERENTE
da Sabesp, Gilmar Rodrigues de Jesus sempre afirma, nessas ocasiões que o trabalho de preservação deve focar nas crianças, mas  dificilmente ele imaginaria que não só crianças das escolas de primeiro e segundo grau podem se conscientizar, mas outras, bem menores também começam a ser envolvidas.

ISSO ACONTECEU
Na EMEI Professora Diva Maciel Jorge, onde crianças de três anos, do Maternal 2 tiveram não só demonstrações e discursos dos professores, mas terminaram, na prática, fazendo a sua parte, recolhendo lixo e materiais poluentes em torno da escola.

COM CERTEZA
se as crianças, desde os primeiros anos começarem a se preocupar com a qualidade de vida do local onde moram ou estudam, o futuro pode ser bem menos trágico do que preveem, mesmo as autoridades menos pessimistas, pois esse envolvimento infantil parece ser a única forma de se contornar, pelo menos em parte, essa situação. (Luiz Ramires)