jornaljales@gmail.com
17 3632-1330

EM um mundo cada vez mais competitivo, onde o mercado de trabalho se afunila cada vez mais, deixando 13 milhões de brasileiros desempregados e outros sete milhões sem perspectivas de conseguir um primeiro emprego, a alternativa é buscar formas de sobrevivência que não dependam de carteira assinada.

Contexto
11 de agosto de 2019
EM
um mundo cada vez mais competitivo, onde o mercado de trabalho se afunila cada vez mais, deixando 13 milhões de brasileiros desempregados e outros sete milhões sem perspectivas de conseguir um primeiro emprego, a alternativa é buscar formas de sobrevivência que não dependam  de carteira assinada.

EVIDENTEMENTE
a forma tradicional de se contratar respeitando as regras trabalhistas que ainda resistem continua sendo a melhor forma de se garantir um futuro menos traumático, com uma aposentadoria nem que seja nos últimos anos de vida de muitos que terão que trabalhar mais para obter esse benefício, com uma renda mensal menor.
 
NESSE
sentido, andar com as próprias pernas parece ser a alternativa, só que muita gente não sabe nem o que fazer para sobreviver prestando serviços, embora muitas áreas possam oferecer boas oportunidades, inclusive com renda superior ao que é oferecida por muitas empresas na mesma atividade e com carga horária maior.

PARA
isso é preciso ter uma formação mínima em uma atividade, como já houve em épocas anteriores, fornecidas por órgãos do governo que deixaram de existir, mas que em Jales estão sendo retomadas graças a uma importante parceria, entre o Fundo Social de Solidariedade do município e a Etec, prometendo dar bons resultados.
 
POR ENQUANTO
são apenas quatro cursos,com 120 vagas, mas que no ano que vem poderão ser ampliados para atender muito mais gente que precisa de uma qualificação mínima para se manter ou manter sua família.  

COMO
mostramos em nossa edição anterior, embora sejam cursos de curta duração, os mesmos já dão aos seus alunos uma formação básica para exercerem as atividades que escolheram para começarem a  trabalhar e irem se aperfeiçoando na medida em que vão surgindo novas oportunidades.

O PRIMEIRO
curso, de eletricista instalador residencial de baixa tensão começa amanhã e como os outros três, parece ter sido escolhido pela necessidade de mão de obra nessa área, o que faz aumentar as perspectivas de renda para os alunos, assim que terminarem as aulas. (Luiz Ramires)