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EM TEMPOS de ceticismo e de autoridades querendo fugir da raia, criando dificuldades para a preservação do meio ambiente ou afirmando que a degradação do planeta não existe...

Contexto
09 de junho de 2019
EM TEMPOS
de ceticismo e de autoridades querendo fugir da raia, criando dificuldades para a preservação do meio ambiente ou afirmando que a degradação do planeta não existe, pondo em risco a própria sobrevivência humana em um prazo relativamente curto,  muitas pessoas procuram fazer sua parte, embora muitos ainda insistem em poluir sem se preocupar com as consequências para os vizinhos ou para os animais.

ANTIGAMENTE
esse tipo de conversa nem existia e cada um fazia o que bem entendia com os dejetos e materiais poluentes, enquanto a deterioração de córregos, falta de cuidados com o solo e depósitos de sujeiras em qualquer lugar era comum, por ser em menor número e até por falta de locais apropriados.

ESSA
onda preservacionista que antes não se comentava criou a situação em que nos encontramos e não recebe da população adulta  o respaldo necessário, mesmo com uma infinidade de campanhas desenvolvidas por ONGs, prefeituras e entidades preocupadas com a situação.

A SOLUÇÃO,
no entanto, está muito mais perto do que imaginamos, pois como insiste em afirmar o gerente regional da Sabesp, Gilmar Rodrigues de Jesus (ver matéria nesta edição), é nas crianças que está a nossa grande esperança, pois são elas que  se envolvem e até forçam seus pais a tomarem posições mais responsáveis, a partir de informações que recebem sobre o assunto.
TANTO
isso é verdade que são nas escolas onde acontecem os grandes eventos em momentos como o Dia Mundial do Meio Ambiente, comemorado no dia cinco de junho e que este ano, em Jales, mais uma vez, vai contar com o engajamento da Diretoria de Ensino com concurso de frases e cartazes sobre o tema e como foi a soltura de alevinos, pela Sabesp, na nascente do Córrego do Marimbondo, vizinho da escola Ferreira Prado, com a participação dos alunos, muitos fazendo perguntas sobre a preservação dos rios.

DA MESMA
forma, a Coopersol busca, todo ano, (como também mostramos nesta edição) formas de mobilizar a população sobre a separação do lixo e do material reciclável, mesmo com poucas condições de realizar um bom trabalho para a preservação ambiental ao mesmo tempo em que contribuiu para a manutenção de várias famílias que ali trabalham.

AINDA
é pouco, mas o futuro promete, com as crianças crescendo preocupadas em viver em um mundo ambientalmente melhor que o atual. (LR)