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Eleições em Jales – Parte XVII

E o PSDB de Jales descartou o vice-prefeito Clóvis Viola, mas para compensar, parece que tinham cartas na manga.
30 de outubro de 2011

 

E o PSDB de Jales descartou o vice-prefeito Clóvis Viola, mas para compensar, parece que tinham cartas na manga. Comenta-se, por exemplo, que convidaram para ser candidato a vereador o Roberto Carlos Bernardes, o popular Bozó. O moço é muito conhecido nos meios esportivos da cidade.  
E o Clóvis teria jogado uma praga nos caciques do PSDB jalesense. “Eles vão pegar dengue na próxima estação” – teria praguejado o Clóvis. “E o cachorrinho de estimação deles vai pegar leishmaniose.” Credo! Háháhá.
E o imbróglio entre o vereador Macetão e o presidente da Câmara Claudir Aranda, hein? Afinal, o Macetão era contra ou a favor do pedido de vistas do vereador JR ao projeto que cria um novo Estatuto, Plano de Carreira e Remuneração para os Profissionais da Educação Básica do Município? Nem ele sabe. Háháhá. Com quem ele foi se meter! Na escola onde o Macetão faz o Ensino Fundamental o Claudir já foi até lápis. Háháhá. É cobra comendo pintinho de um dia. Sem chance para o Macetão. 
Piada pronta: Barichello teria dito que só fica na Fórmula 1 se for para vencer. Nem precisa do háháhá. 
Dia desses tivemos uma campanha para doação de sangue aqui em Jales. E depois de doar, as pessoas recebiam um copo de refrigerante e um sanduíche de presunto e queijo. Eu reclamei pessoalmente com integrantes do Rotary que lá estavam ajudando na realização da campanha. Se depois de doar sangue você recebesse um pratinho com salame fatiado e uma latinha de Bohemia, pode ter certeza que triplicaria o número de doadores. Háháhá. Seria vantajoso mesmo sabendo que boa parte das amostras seria descartada. Háháhá. 
E apesar do ex-presidente Lula ter feito sua parte, o consumo de cachaça no Brasil diminuiu nos últimos anos. Por conta da melhora econômica, as classes C e D estariam migrando para a cerveja. E a classe A está indo para a cachaça. A Velho Barreiro, de olho nesse filão, procurou agregar valor à “branquinha” e lançou uma cachaça de melhor qualidade e embalagem mais sofisticada. O preço chegaria a $240,00 a garrafa. Vixi! E os professores terão que beber daquela pinga de galão branco. Aquela de R$0,30. Háháhá. Sai da reunião de pais e mestres e bebe duas doses com as moedinhas que tem no bolso. 
Se o Corinthians não for campeão brasileiro este ano, nunca mais. Além do já conhecido apito amigo, que tantos pênaltis a favor lhe proporciona, ainda tem o fator sorte. O time está com sorte! Arranca cada resultado milagroso no último minuto de jogo que a gente até se assusta. Credo! Parece que quanto mais a gente torce contra, mais sorte eles têm. 
Por hoje é só. Tchau! 
 
 Fábio Fiorani
Professor de Inglês, graduado pela FAI-Jales e pós-graduado em Língua Inglesa pela UNESP de São José do rio Preto.  - Franqueado CCAA em Jales.
fcmfiorani@terra.com.br