jornaljales@gmail.com
17 3632-1330

ELEIÇÕES 2020- Não será surpresa para esta coluna se o empresário Clóvis Viola retornar à militância partidária. E se isto acontecer, tudo indica que o ex-vice-prefeito (2005/2012) optará pelo partido onde iniciou sua trajetória —o MDB.

Fique Sabendo
29 de setembro de 2019
Ex-vice-prefeito Clóvis Viola estuda convites para voltar à política
ELEIÇÕES 2020- Não será surpresa para esta coluna se o empresário Clóvis Viola retornar à militância partidária. E se isto acontecer, tudo indica que o ex-vice-prefeito (2005/2012) optará pelo partido onde iniciou sua trajetória —o MDB.

MEIO DE CAMPO – Ex-presidente e atual vice-presidente do PSDB local, Carlos Cardoso é companhia constante do novo presidente Osvaldo Costa Junior. Cardosão tem linha direta com os tucanos de raiz e vem aconselhando o popular Bixiga a tratá-los com fidalguia e, mais do que isso, ouvi-los. Dia desses, a dupla saiu da redação deste jornal direto para a empresa de Benedito Gasques, um dos fundadores do PSDB jalesense. 

BOLA PRÁ FRENTE – Por falar em PSDB, Marlene Jacomassi, dirigente regional de Ensino durante 12 anos e que foi apeada da função há três meses por questões político-partidárias, retornou, na última segunda-feira, dia 23, às atividades como supervisora de ensino concursada. Por onde passa, inclusive em velórios, como este comentarista testemunhou, ela encontra professores e até gente fora do magistério inconformada com as circunstâncias de sua saída. Detalhe: Marlene não demonstra o menor ressentimento com o episódio.   

O MUNDO É O LIMITE – A audiência pública realizada em Brasília na quinta-feira, dia 26, no plenário do Tribunal de Contas da União, para discutir a renovação da concessão da exploração da malha ferroviária paulista à empresa Rumo, foi transmitida ao vivo pelo YouTube, o que ampliou a visibilidade de Flávio Prandi Franco, prefeito de Jales e presidente da Associação dos Municípios da Araraquarense, com 123 prefeitos. Flá falou em nome de todos os prefeitos do interior, entre os quais, ex-ministros como Edinho Araujo (Rio Preto) e Edinho Silva (Araraquara. 

REFORÇO- Flá, que tinha 15 minutos para falar, liberou quatro eles para uma intervenção de Edinho. Além do gesto de cordialidade, foi também uma forma de reforçar a demanda dos prefeitos pois tanto o presidente do TCU, José Múcio Monteiro, quando o relator do processo em discussão, Augusto Nardes, foram parlamentares contemporâneos de Edinho. 

OS 10 MAIS – O portal de notícias Gazeta do Povo, de Brasília, publicou matéria intitulada “Governo Bolsonaro: quais são os nomes mais influentes nos ministérios”. A relação contempla Rogério Marinho (secretário Especial da Previdência e Trabalho), Bruno Bianco (adjunto), general Décio Brasil (secretário especial de Esporte do Ministério da Cidadania) , Mansueto Almeida (secretário do Tesouro Nacional), Sílvia Waiãpi (chefe da Secretaria Especial da Saúde Indígena do Ministério da Saúde), Arthur Weintraub (assessor especial da presidência da República), Filipe Martins (assessor da Presidência da República para Assuntos Internacionais), Luiz Beggiora (secretário nacional de Política sobre Drogas), general Edson Pujol (ministro do Exército) , general Luiz Eduardo Ramos (chefe do Comando Militar do Sudeste)  e Júlio Semeghini (secretário-executivo do Ministério de Ciência e Tecnologia)

BOLA MURCHA – O portal reservou o seguinte título para o tópico referente ao neojalesense: “Júlio Semeghini, os pés no chão do astronauta”. O texto é claro como a luz do dia. Diz a Gazeta do Povo: “Marcos Pontes foi apresentado por Bolsonaro ainda durante o período eleitoral como um nome, por conta de seu currículo, adequado para conduzir o Ministério da Ciência e Tecnologia. Foi empossado no cargo em janeiro e desde então tem tido atuação discreta—não coleciona realizações e expressão e até mesmo se envolveu em uma contradição com o presidente, ao dizer que a privatização dos Correios não estava em seu radar”.     

BOLA CHEIA – Na sequência da análise, o autor da matéria encheu a bola de Semeghini, fazendo observações altamente elogiosas: “Em meio à falta de habilidade de Pontes para o jogo político de Brasília, seu secretário executivo, Júlio Semeghini, acaba se mostrando como figura de destaque na pasta. O secretário é filiado ao PSDB, foi deputado federal por quatro mandatos e exerceu cargos no governo paulista, com Geraldo Alckmin, e na prefeitura de São Paulo durante o mandato de João Dória. No ministério, assumiu a chefia da pasta interinamente durante licença de Marcos Pontes em junho”. 

QUEIXO CAIDO – No meio do show realizado dia 20 de setembro, no Villa Rocca, o cantor Giovani, da dupla com Gian, usou um dos poucos intervalos para falar sobre o que viu naquela tarde ao visitar a Santa Casa, onde foi recebido pelo provedor Junior Ferreira e funcionários.  O artista percorreu todas as dependências do hospital e até cumprimentou e cantou para pacientes internados. Ao se referir à visita durante o show, ele elogiou as excelentes condições do hospital, inclusive a limpeza e o asseio em todas as alas.